sábado, 9 de julho de 2011
quarta-feira, 22 de junho de 2011
quarta-feira, 11 de maio de 2011
terça-feira, 10 de maio de 2011
No mês das noivas, DJs selecionam músicas que não podem faltar na festa de casamento
A variedade de sons que um DJ pode levar para a comemoração garante música durante a noite toda. "Temos quase sete décadas de música a serem exploradas. Um bom DJ vai imprimir o ritmo da festa, acelerando ou diminuindo o ritmo e a intensidade. E a participação do casal é fundamental. Noivos que ficam parados é sinônimo de festa parada", ressalta Diego.
Para ele, DJ ainda pode ser uma analogia para música eletrônica, mas uma festa de casamento vai além da canção da moda. "Temos todos os públicos nessas festas, dos amigos aos familiares, filhos ou avós", ele lembra. Por isso, é possível seguir as tradições fugindo dos clichês. "Existem clássicos regravados por intérpretes famosos e remixes para versões tradicionais", indica ele, cujos serviços variam entre R$ 2.500 a R$ 6.500.
"O momento é de extrema alegria, por isso o DJ precisa fazer a leitura da festa e tirar dali o máximo de emoção das pessoas", explica o DJ Milton Chuquer, que já tocou em festas do empresário Abilio Diniz, da modelo Isabella Fiorentino e da milionária Athina Onassis, e tem agenda cheia até maio de 2012 com cachê de até R$ 8 mil.
Milton não inclui axé, sertanejo ou pagode em suas seleções, mas garante que respeita o gosto dos noivos. "Eu não acho que exista um playlist exato e rígido, e que sirva para todas as festas, mas há algumas faixas que gosto de tocar e sempre funcionam", ele diz, citando músicas de Michael Jackson, Florence & The Machine e Kings Of Leon.
Para Sônia Abreu, a primeira DJ mulher da noite paulistana, a seleção deve ser "eclética e ter um pouco de tudo baseado no perfil dos noivos". "Classifico um DJ de casamento como DJ social. Ele deve conhecer os anos 60, 70, 80, 90, 2000. Para uma boa festa é preciso estar atualizado e não ter preconceito musical", diz ela, que está nas picapes desde 1964 e faz cerca de um casamento por semana.
A chave do sucesso de uma festa de casamento, segundo Diego Briganti, é conhecer o gosto musical de seus convidados para que eles participem da celebração. "Envie um e-mail para os amigos, padrinhos e madrinhas, pais e mães, perguntando o que gostariam de escutar. Isso ajuda os noivos a escolher ou pensar melhor na repertório musical", indica.
Veja abaixo o Top 10 das festas de casamento segundo os DJs e clique aqui para ouvir uma seleção montada pela Rádio UOL com as sugestões:
Diego Briganti
1 - Michael Buble - "Love"
2 - Frank Sinatra e Bono Vox - "I Have Got You Under My Skin"
3 - Robbie Williams - "Beyond The Sea"
4 - Frank Sinatra - "The Way You Look Tonight"
5 - Queen - "Crazy Little Thing Called Love"
6 - Hermes House Band - "Can't Take My Eyes Off Of You"
7 - Gigi D'Agostino - "I'll Fly With You"
8 - Black Legend - "You're The First, The Last, My Everything"
9 - RPM - "Olhar 43"
10 - Erasure - "A Little Respect"
Milton Chuquer
1 - DJ Memê - "The Ones You Love" (mix)
2 - Florence & The Machine - "Dog Days Are Over"
3 - Kings Of Leon - "Use Somebody"
4 - Dennis Ferrer - "Hey Hey"
5 - Soul Central - "Strings of Life"
6 - Phoenix - "Lisztomania"
7 - Alfredo Azetto - "Colors X Feel What You Want"
8 - Myommi - "Sun In My Eyes"
9 - Eric Morillo - "Live Your Life"
10 - Michael Jackson - "Black or White"
Sônia Abreu
1 - Bob Sinclair - "Love Generation"
2 - Billy Paul - "Your Song"
3 - Black Eye Peas - "I Gotta Feeling"
4 - Club de Bellugas - "Mambo Italiano"
5 - Shirley Bassey - "Properlerhands"
6 - Amy Winehouse - "Rehab" (remix)
7 - Barry White - "You're The First, The Last, My Everything"
8 - Edward Maya - "Stereo Love"
9 - Abba - "Dancing Queen"
10 - Village People - "Macho Man / YMCA"
http://musica.uol.com.br/ultnot/2011/05/09/no-mes-das-noivas-djs-selecionam-musicas-que-nao-podem-faltar-na-festa-de-casamento.jhtm
terça-feira, 19 de abril de 2011
A discografia de Roberto Carlos, álbum por álbum
“Louco por Você” (1961)
É o célebre disco proscrito por Roberto Carlos, que jamais permitiu sua reedição em qualquer formato. Jovem, ele iniciava jornada inseguro e indeciso, ora namorando o rock norte-americano, ora soando como um João Gilberto bem mais ligeiro e diluído. Destaque: “Louco por Você”
“Splish Splash” (1963)
Roberto abraça o rock e a música jovem, e assim começa a adquirir consistência e identidade. O roqueiro rebelde que incendeia comportamentos adolescentes já convive no mesmo corpo com o cantor romântico de baladas como “Na Lua Não Há” e “Professor de Amor”. Destaques: “Parei na Contramão”, “Splish Splash”
“É Proibido Fumar” (1964)
Em seu auge como roqueiro e rebelde, RC se esparrama pela sensualidade (“Um Leão Está Solto nas Ruas”), pelo soul rasgado de dor (“Nasci para Chorar”) e pelo romantismo açucarado (“Rosinha”). Destaques: “O Calhambeque”, “É Proibido Fumar”
“Roberto Carlos Canta para a Juventude” (1965)
O início influenciado pelas vertentes “adultas” da canção de fossa e da bossa nova é rapidamente apagado, e a gravadora CBS (hoje Sony) investe na estratégia, até aqui inédita, de associar a música popular com um movimento essencialmente jovem. Destaques: “História de um Homem Mau”, “Não Quero Ver Você Triste”, “A Garota do Baile”
“Jovem Guarda” (1965)
O tema “juventude” chega ao ápice com o batismo do nome do movimento, jovem guarda, imediatamente aproveitado pela TV Record para titular o avassalador programa dominical apresentado por Roberto, Erasmo Carlos e Wanderléa. A imagem transgressora (como no rock anticasamento “Não É Papo pra Mim”) continua a ser vendida em paralelo com a fofura romântica-juvenil de “Escreva uma Carta, Meu Amor”. Destaques: “Quero Que Vá Tudo pro Inferno”, “Mexerico da Candinha”, “Lobo Mau”
“Roberto Carlos” (1966)
No primeiro disco pós-estouro do programa “Jovem Guarda”, RC soa amadurecido, mas também calcado mais que nunca no imaginário dos Beatles. A capa, na qual posa solitário num fundo negro, imita a de “With The Beatles” (1963), mas transformando em uma só as quatro cabeças da banda britânica. Destaques: “Namoradinha de um Amigo Meu”, “Eu Te Darei o Céu”, “Querem Acabar Comigo”, “É Papo Firme”
“Roberto Carlos em Ritmo de Aventura” (1967)
Novamente inspirado nos Beatles, Roberto faz de seu sétimo álbum a trilha sonora e o pano de fundo do filme homônimo, forrado de cores pop, empáfia juvenil, cenas de paquera e perseguições adrenalinadas. Surgem aqui algumas das mais potentes baladas românticas envenenadas do “rei da juventude”: “De Que Vale Tudo Isso”, “Por Isso Corro Demais”, “Você Não Serve pra Mim”. Destaques: “Eu Sou Terrível”, “Quando”, “Como É Grande o Meu Amor por Você”
“O Inimitável” (1968)
O título insinua preocupação com a profusão de clones de RC, mas musicalmente ele atinge novo ápice de segurança e substância. Atento para o desgaste da jovem guarda, Roberto abandonou o programa pouco antes de lançar esse disco, o primeiro fortemente influenciado pela soul music norte-americana. O romantismo já atinge piques mórbidos, nas aparentemente fofas e amorosas “Ciúme de Você”, “Se Você Pensa” e “É Meu, É Meu, É Meu”. Destaques: “Eu Te Amo, Te Amo, Te Amo”, “As Canções Que Você Fez pra Mim”
“Roberto Carlos” (1969)
No primeiro de uma longa série de discos sem título, o artista ilustra solidão e tristeza na capa em que repousa abandonado numa praia vazia e, principalmente, em algumas das baladas mais desesperadas de sua história. Amplificando a linha soul que domina o disco, RC lança Tim Maia, autor do funk da pesada “Não Vou Ficar”. Destaques: “As Curvas da Estrada de Santos”, “Sua Estupidez”, “As Flores do Jardim de Nossa Casa”
“Roberto Carlos” (1970)
O desespero do disco anterior se aprofunda em seu último álbum calcado na soul music – a faixa “120... 150... 200 Km por Hora” chega a fazer leve insinuação suicida. Em contraponto, aparece pela primeira vez a veia religiosa do artista, no eloquente hino gospel “Jesus Cristo”. Destaques: “Meu Pequeno Cachoeiro”, “O Astronauta”, “Ana”
“Roberto Carlos” (1971)
Inicia-se a maior transformação de identidade da história do artista. RC abandona as personas de roqueiro rebelde e baladeiro soul (resiste apenas o incisivo soul-rock semi-religioso “Todos Estão Surdos”), rumo à construção do ícone romântico por excelência, inspirado na grandiloquência musical de cantores como Frank Sinatra. “Detalhes” surge como paradigma maior do maior dos românticos brasileiros. Destaques: “Debaixo dos Caracóis dos Seus Cabelos”, “Amada, Amante”, “Como Dois e Dois”
“Roberto Carlos” (1972)
Já a partir da expressão facial da capa, RC investe na melancolia e no desamparo com os quais qualquer brasileiro médio se identificará profundamente. Sem resquícios de rock ou soul, predominam os temas de comportamento – notadamente conflitos familiares e rupturas conjugais, em “Quando as Crianças Saírem de Férias”, “À Distância...” e “À Janela”. Destaques: “O Divã”, “A Montanha”, “Como Vai Você”
“Roberto Carlos” (1973)
Ao romantismo já habitual, RC soma o afago à alma romântica latino-americana: a partir da releitura de “El Dia Que Me Quieras”, de Carlos Gardel, a maioria de seus próximos discos incluirá uma faixa interpretada em espanhol. Destaques: “O Homem”, “A Cigana”, “Proposta”
“Roberto Carlos” (1974)
Mensagens de positividade e religiosidade falam alto aqui, em “É Preciso Saber Viver” e, sobretudo, em “Eu Quero Apenas”, o clássico no qual RC avisa que “eu quero ter um milhão de amigos/ e bem mais forte poder cantar”. Destaques: “O Portão”, “Despedida”
“Roberto Carlos” (1975)
O porta-voz do otimismo dá ares pacifistas a “O Quintal do Vizinho”, e RC toma a atitude incomum de gravar compositores da MPB (em “Mucuripe”, de Fagner e Belchior). “Seu Corpo” dá solidez a uma nova e produtiva vertente, das canções sensuais-sexuais. Destaques: “Além do Horizonte”, “Olha”
“Roberto Carlos” (1976)
“Os Seus Botões” é a canção sensual histórica num disco que, de resto, volta a flertar com o rock, naquela que é talvez a última canção rebelde de RC, “Ilegal, Imoral ou Engorda”: “Será que tudo que eu gosto é ilegal, é imoral ou engorda?”, protesta o narrador. Destaques: “O Progresso”, “Você em Minha Vida”, “Um Jeito Estúpido de Te Amar”
“Roberto Carlos” (1977)
Momento de ápice do Roberto Carlos romântico-sensual, esse disco conta com os clássicos “Cavalgada”, na vertente sexy, e “Outra Vez”, na linha das canções torturadas de abandono amoroso. Destaques: “Amigo”, “Falando Sério”, “Jovens Tardes de Domingo”, “Muito Romântico”
“Roberto Carlos” (1978)
A safra religiosa (“Fé”), a sexual (“Café da Manhã”) e a familiar (“Lady Laura”, dedicada à mãe) se somam e convivem harmoniosamente, constituindo um tripé de sustentação da popularidade crescente de RC. Destaque: “Força Estranha”
“Roberto Carlos” (1979)
A homenagem familiar da vez é ao pai, em “Meu Querido, Meu Velho, Meu Amigo”. “O Ano Passado” integra a linha do protesto ecológico. Destaques: “Abandono”, “Na Paz do Seu Sorriso”, “Costumes”
“Roberto Carlos” (1980)
O sucesso e o poderio do “rei” atingem ápices históricos nessa virada de década, acompanhando e conduzindo o crescimento vertiginoso do mercado fonográfico como um todo. No campo musical, o tom épico de “A Guerra dos Meninos” simboliza a hipertrofia. Destaques: “Amante à Moda Antiga”, “Não Se Afaste de Mim”
“Roberto Carlos” (1981)
Esse disco demarca recorde comercial e momento de maior grandiloquência musical de RC, expressa no arranjo épico da balada ecológica “As Baleias” e em mais um clássico absoluto de seu repertório: “Emoções”. Destaques: “Ele Está pra Chegar”, “Cama e Mesa”, “Eu Preciso de Você”
“Roberto Carlos” (1982)
Esse disco sublinha, mais uma vez, os temas de dissolução conjugal, como em “Fim-de-Semana”, sobre um pai separado que tenta aproveitar ao máximo os poucos momentos que passa com os filhos. Pela primeira vez, uma artista da MPB participa de um disco de RC: Maria Bethânia divide com ele a faixa “Amiga”. Destaque: “Fera Ferida”, “Meus Amores da Televisão”
“Roberto Carlos” (1983)
Começa por aqui a ressaca da fúria comercial dos anos anteriores: as baladas românticas de Roberto e Erasmo começam a dar sinais de cansaço. Destaques: “O Côncavo e o Convexo”, “O Amor É a Moda”
“Roberto Carlos” (1984)
O ídolo testa se popularizar ainda mais, namorando o nicho sertanejo em “Caminhoneiro”, na qual traça paralelos entre a própria solidão e a dos motoristas nômades pelas estradas do Brasil. A canção rendeu dissabores: Roberto e Erasmo não perceberam, mas se tratava da melodia de “Gentle on My Mind”, country rock gravado nos anos 60 por Elvis Presley. Destaques: “Coração”, “Eu e Ela”
“Roberto Carlos” (1985)
Movido pelo advento da chamada Nova República, RC surpreende ao arriscar identificar-se com o orgulho de ser brasileiro, em “Verde e Amarelo”. Destaques: “Símbolo Sexual”, “A Atriz”
“Roberto Carlos” (1986)
A vertente ecológica se transmuta em cataclísmica em “Apocalipse”. É desse disco a balada que, retrabalhada nos anos 90 por artistas de pagode e axé music, se tornará um clássico da fase madura de RC: “Amor Perfeito”. Destaque: “Do Fundo do Meu Coração”, “Aquela Casa Simples”
“Roberto Carlos” (1987)
RC mantém padrão de certo desleixo musical e volta a sofrer acusações de plágio, dessa vez por conta de uma canção antidrogas batizada “O Careta”. Destaque: “Tô Chutando Lata”
“Roberto Carlos” (1988)
O desgaste dá a tônica desse período de aparente “piloto automático”, do qual esse disco, juntamente com o seguinte, é exemplo máximo. Destaque: “Se Diverte e Já Não Pensa em Mim”
“Roberto Carlos” (1989)
O “índio” RC adota uma pena pendurada na orelha como parte do visual e volta a investir na brasilidade, na faixa ecológica “Amazônia”. Destaque: “Só Você Não Sabe”
“Roberto Carlos” (1990)
“Por Ela”, versão de sucesso do ídolo latino Julio Iglesias, é o ponto de apoio do disco. Destaque: “Super-Herói”
“Roberto Carlos” (1991)
A primeira eleição direta pós-ditadura e a era Collor repercutem em RC, na balada “Primeira Dama”, que tenta exalar romantismo através de termos emprestados da política. A veia religiosa volta mais explícita que nunca, em “Luz Divina” (“essa luz/ só pode ser Jesus”). Destaque: “Oh, Oh, Oh, Oh”
“Roberto Carlos” (1992)
RC encontra uma nova e eficaz via de comunicação em “Mulher Pequena”, a primeira de uma série de músicas fundadas no elogio aos atributos de personagens marginalizados por características físicas ou sociais. Destaque: “Herói Calado”
“Roberto Carlos” (1993)
“Coisa Bonita (Gordinha)” se dirige com sucesso a outro público minoritário, assim como faz, em outro registro, “O Velho Caminhoneiro”. Destaque: “Nossa Senhora”
“Roberto Carlos” (1994)
Após uma década vacilante, RC exibe-se revigorado por um disco de produção mais esmerada, fruto de uma vantajosa renovação de contrato com a Sony Music. “O Taxista” é a canção feita para fortificar laços entre “rei” e fãs marginalizados. Destaques: “Alô”, “Quero Lhe Falar do Meu Amor”
“Roberto Carlos” (1995)
As mulheres que usam óculos são o público-alvo estigmatizado da vez. Destaque: “O Charme dos Seus Óculos”
“Roberto Carlos” (1996)
Sob impacto do sucesso mercadológico do padre-cantor Marcelo Rossi, “O Terço” carrega nas tintas religiosas. A minoria afagada é a das mulheres maduras. Destaques: “Mulher de 40”, “Cheirosa”
“Canciones Que Amo” (1997)
Primeiro álbum com título em 30 anos, marca também uma novidade temática: é CD apenas de intérprete, devotado a repertório latino-americano. Perdida ali no meio há uma música brasileira, “Insensatez”, de Tom Jobim e Vinicius de Moraes, “Insensatez”, cantada em espanhol por RC. Destaque: “El Manicero”
“Roberto Carlos” (1998)
Em via-crúcis junto à mulher Maria Rita, diagnosticada com câncer, RC deixa sua produtividade se truncar deste disco em diante. Com apenas quatro faixas inéditas de estúdio, o CD fica inconcluso e é completado por versões ao vivo de sucessos antigos. Destaques: “Eu Te Amo Tanto”, “O Baile da Fazenda”
“Amor sem Limite” (2000)
Com a morte de Maria Rita, 1999 se torna o primeiro ano em que RC não lança disco desde a estreia em 1961. Totalmente impregnado pela memória da mulher, o CD de volta é o primeiro desde 1963 sem Erasmo Carlos como coautor. Destaques: “O Grande Amor da Minha Vida”, “Amor sem Limite”, “O Grude (Um do Outro)”
“Acústico MTV” (2001)
Não é o primeiro disco ao vivo de RC (já lançara um em 1988), mas é significativo por marcar o reencontro do artista com arranjos mais orgânicos e delicados de peças históricas de seu repertório. Destaques: “Além do Horizonte”, “Detalhes”
“Roberto Carlos” (2002)
A Sony tapa buraco com mais um ao vivo, maquiado com os chamarizes de uma única inédita gravada em estúdio e duas antigas remixadas, em consonância com a voga de música eletrônica do período. Destaque: “Seres Humanos”
“Pra Sempre” (2003)
A devoção a Maria Rita segue dominando mais uma leva de composições inéditas solitárias: “Acróstico”, “Pra Sempre”, “Todo Mundo Me Pergunta”. Destaque: “O Cadillac”
“Roberto Carlos” (2005)
Após mais um ao vivo em 2004, RC prepara um disco de flerte com a música caipira, incluindo uma versão de “Índia” e a participação de Chitãozinho & Xororó (em “Arrasta uma Cadeira”). Um sucesso de Elvis Presley, “Loving You”, encerra o CD, marcado também pela volta do parceiro Erasmo, em duas novas e duas regravações. Destaque: “Meu Pequeno Cachoeiro”, “A Volta”
“Roberto Carlos e Caetano Veloso e a Música de Tom Jobim” (2008)
O maior ícone da música (realmente) popular brasileira se encontra com um dos maiores ícones da MPB, para homenagear o maior compositor da bossa nova. Registro ao vivo de um show, o disco abre temporada de silêncio discográfico que se estende até hoje, só quebrada por breves aparições nos álbuns coletivos ao vivo “Elas Cantam Roberto Carlos” (2009) e “Emoções Sertanejas” (2010). Destaques: “Samba do Avião”, “Por Causa de Você”, “Corcovado”, “Chega de Saudade”
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
20 best pavement songs ever
The kings of indie rock, the best band ever from Stockton, California, and one of my favorite bands of all time: Pavement. They were an incredible band, with a range (life) that stretched between power-pop, slow indie jamz and even (in their later, forgettable years) jam band-age. Their first three albums are musts: Slanted & Enchanted, Crooked Rain Crooked Rain and Wowee Zowee. But some of their best songs were often relegated to B-sides, now collected on the reissued versions of those three albums, and so, for many years, the crème de la crème was somewhat scattered.
To help you navigate the many, many songs they have recorded and released, we present to you the twenty greatest Pavement songs ever. Here’s the complete list, all in one spot.
find other videos on youtube
20 “She Believes” | Westing (By Musket and Sextant)
Early recording, much of the song pretty much a throwaway, but it’s that Daydream Nation chorus, “but she believes,” Malkmus sings razor-thin, and the guitar pensive and hoping that makes the song so great. It totally falls apart (purposely) in the last 40 seconds — maybe the boys weren’t comfortable yet sounding purty? — but the rest of the song more than makes up for it.
19 “We Dance” | Wowee Zowee
Somewhere, sometime, someone from Pavement said something about how there was no set order to Wowee Zowee, that the random button on your CD player (’member those?) was just as good a sequencing. There’s some truth to that, but it’s also true that “We Dance” is a spectacular opening song, a statement of purpose, a rock critic might say, for WZ itself: content to stay in place, no direction forward, relaxed and stoned. Oh and of course that opening lyric, so prescient from a white-dudes-with-guitars-indie-band in a particularly socially aware moment: “There is no/ Castration fear” as water starts pouring in the background. Funny stuff!
18 “In the Mouth of a Desert” | Slanted & Enchanted
The first in a long line of Pavement almost-ballads, those mid-tempo numbers where Malkmus sounds bored, the band sounds tinny and uninterested, the whole reason why they got stuck with that slacker tab and seemed determined to live up to it. They are also, pretty much across the board, the best Pavement songs. So maybe there’s something to that after all.
Here’s the band in 1992 at the Reading Festival playing “Desert:” (vídeo indisponível)
17 “Shady Lane” | Brighten the Corners
So I have a really, really hard time with Pavement post-Pacific Trim. Brighten the Corners totally bummed me out, and Terror Twilight I just couldn’t deal with at all. Pavement got so technical, sounding almost like Steely Dan with how orchestrated the songs suddenly were, as if they were playing connect-the-dots with some sheet music that fell out of Spiral Stairs’ knapsack. Still, I have to give it up for “Shady Lane,” which is a very sweet song, goofy in the right places and it’s really, really damn hard not to coo along with Malk, “Dutch! Dutch! Dutch!”
Here be the music video: (vídeo indisponível)
16 “Greenlander” | Slanted & Enchanted: Luxe and Redux
Originally included on the Born to Choose comp in ‘93, “Greenlander” is in the vein of Slanted & Enchanted, very muffled with lots of dramatic mini-pauses, stuttering drums from Nastanovich (or is that Gary Young?) and that omnipresent bass-heartbeat. A spectacularly understated tune.
15 “Silence Kit” | Crooked Rain, Crooked Rain
Like “We Dance,” another album opener, this one beefier and broader, the first song they unleashed to the world after they “mattered.” What’s funny is that I don’t think it’s that much better than any of the songs I mentioned before, but it’s wrapped in more meaning being the first song on Pavement’s best-selling album and so evocative of a particular moment.
“Silence Kit” live in Cologne, 1994, with a fantastic alternate ending:
14 “Strings of Nashville” | Crooked Rain Crooked Rain: LA’s Desert Origins
Man did I love the “Gold Soundz” single. That might’ve been the moment when my interest turned into scary fandom, those three B-sides so good: “Kneeling Bus,” “Exit Theory” and this track. The resignation in “Nashville” is otherworldly: every aspect of the song is performed with the least amount of effort possible. Malkmus sounds like he’s singing from the bottom of a well, and the guitar is played so slowly and laconically it’s as if Kannberg is trying to transcribe the tablature as they record. Taken as a whole, it’s hypnotic, and a perfect, self-contained song.
13 “So Stark (You’re a Skyscraper)” | Trigger Cut
Though I dunno what it means, I’ve always found one lyric from this song awesomely snotty: “Stunnin’ the bureaucrats/ So fucking lost/ Stark as a skyscraper/ Letters embossed.” This is a rare Pavement song that heavily emphasizes the low-end, providing a pissy edge to the song’s placid, lackadaisical feel. Malkmus does his typical follow-the-bouncing-ball vocal melody, but his howl towards the end is totally unexpected and great. Recorded around Slanted & Enchanted, this really encapsulates the sound of early Pavement well.
12 “Give It a Day” | Pacific Trim EP
Veering close to Brighten the Corners-era, “Give It a Day” is so wordy it’s like Malkmus-as-self-parody, with its Cotton Mather namecheck, “small pox in the Sudan” and “gentrified your Alzheim clan” lyrics. But the melody is irresistible, loopy, catchy and really large. I remember this EP being a huge deal when it came out — only 5,000 copies manufactured on its initial run (it might have been my first-ever pre-order — thanks Blacksburg Record Exchange!) — and it really did signal a new direction for Pavement, with the ridiculous “Gangsters & Pranksters” and “Saganaw,” maybe the worst song in the band’s history (soooooo bad).
11 “AT&T” | Wowee Zowee
I originally had this song at the #3 spot — a sign of how close the next eleven songs are in terms of quality — but I had to keep dropping it as I returned to some old favorites. Still, this is an incredible song, especially its opening lyric, which I have always adored: “Maybe/ Someone’s gonna save me/ My heart is made of gravy.” (Is there a medical procedure for that, like doing a biscuit transplant?) If it weren’t for the last minute, which gets a bit silly in its epic-ness, this would’ve stayed top five, for sure. Although, listening to it on repeat right now, I can’t help but to feel like I’ve made a mistake for ranking it so low. Oh well.
Here’s a video someone on YouTube created of “AT&T” synced to a kung-fu movie: (vídeo indisponível)
10 “Stop Breathin’” | Crooked Rain Crooked Rain
Sitting here staring into space, I just realized that I have every lyric to this song memorized, and I can recount them sans music. Look who has talent! “Stop Breathin’” is such a beautiful song, so frank and sincere. The guitars shift in and out of each other, flirting like preteen fingers in a darkened movie theatre. “Dad they broke me.” “Stop breathin’ for me now.” I love it when they care.
Live in Germany, 1994:
09 “Range Life” | Crooked Rain Crooked Rain
Freshman year of college, stumbling through Colonial Williamsburg late one night with my two best friends, all of us intoxicated (on life!), the Colonial Cops patrolling through, driving up and down the cobblestone streets, the three of us ducking behind picket fences, mazed gardens and blacksmith shoppes. One friend, perhaps the most intoxicated of all, takes the opportunity during one particularly tense moment to begin singing/yelling, “the PIGS, the FUZZ, the COPS, the HEAT!” (a lyric from “Range Life”) at the top of her longs while we try to shush her. We get off scot-free.
Also, I don’t think Lupe Fiasco’s masterful “Kick Push” could have existed without this song. Just sayin’.
A video.
08 “Here” | Slanted & Enchanted
I’ve gotten to the point where I think I prefer the live version of this song (captured below in a YouTube clip, as well as in their Peel Session, heard here (waaa-waaaaaaaah) in track 24) to the album original. It’s a tough call. The original is introspective and resigned; the live versions are angry and defiant. And yet the lyrics work perfectly for both:
And I’m the only one who laughs
At your jokes when they are so bad
And your jokes are always bad
But they’re not as bad as this
Apropos of nothing, that verse has always reminded me of the opening lyric to Dylan’s “Positively 4th Street:” “You’ve got a lot of nerve/ To call yourself my friend/ When I was down/ You just stood there grinning,” which is the greatest opening lyric ever. FYI.
Anyway, the real key to “Here” is the guitar line. It plays a perfect harmony/counterpoint to the vocal, at times echoing Malkmus’ despair back to him, at others responding to it, as if it were the voice of the unnamed target of the song. Also, that little guitar hitch (dadadaddooooiDOY) sounds like Mario Brothers. Man, I am just full of Top Notch Insight today, aren’t I?
“Here” live in Belgium, 1992. Dudes, what’s with the shorts on stage? Are you the Chili Peppers???
07 “Box Elder” | Westing (By Musket and Sextant)
Because making shit up/half-remembering it is more fun than researching, here’s the history of “Box Elder:” Malkmus wrote the song, and it was released on a cassette called Slay Tracks, which I believe was Pavement’s first-ever release. It came out in ‘89, I think. David Gedge, dude from Cinerama (who suck) and Wedding Present (who were sometimes awesome; buy Seamonsters, pls), heard the song somehow, and covered it on Bizarro, an album of theirs from the early ’90s. Pavement had yet to really put anything out aside Slay Tracks, and yet Wedding Present were moderately big in the UK, and so there was interest generated and then John Peel loved Gedge and loved the song and this transferred over to Peel loving Malkmus and then History Was Made.
Most of this might be false. I dunno. I do think I might like the Wedding Present cover better — they rightly recognized how great the crazy-simple guitar line is while Pavement buries it — but it’s the kinda track that’s awfully hard to screw up. I think a lot of folks consider this when Pavement really started. But who cares what a lotta people think — I gotta lotta good things comin’ my way, and I’m not afraid to say that they’re not some of them. Oh snap!
Also, here’s Malkmus playing this solo a couple years ago in NYC. Killer.
06 “Summer Babe” | Slanted & Enchanted
So I think this is pretty much unanimously considered the best thing Pavement ever did, and for once it’s a conventional wisdom that’s hard to argue with. But I will anyway. “Summer Babe” is spectacular, for sure. It’s totally effortless, feels like it might have been written on the spot, excited sideways glances between the band members, too fearful to wonder if this is it because they don’t want to jinx it, like a pitcher getting too excited in the 8th inning of a no-hitter. It also contains what I am reasonably certain is the first Swisher Sweet reference in song (”mixin’ cocktails with a plastic-tipped cigar”). It also contains a McCartney-worthy bass line. To repeat: it is spectacular. One of my favorite songs ever — by any band — and one you should download if you have never heard. But there are five Pavement songs I think are better. Come back tomorrow to find out which.
05 “Frontwards” | Watery, Domestic
“I’ve got style/ Miles and miles/ So much style that it’s wasted.” It is, above all others, the definitive Pavement lyric, even though most folks would have trouble pinpointing the song from which it comes. But even without that line, “Frontwards” would belong here. The song straddles the rough amateurism of Slanted and the pop maturity of Crooked Rain, a very attractive combo. (Watery, Domestic came out between the two albums.) (Also, it’s ridiculous that AMG gives this a bad review, as this is maybe the best thing Pavement ever released. Anyway.) There’s a great hint of finality to the song, from the opening chord on. It’s always felt a bit like a eulogy to me.
04 “Grounded” | Wowee Zowee
The closest Pavement ever got to grunge — that post-chorus riff-build — another real fun downer, lots of tension, a sense of purpose. The best I can do to advocate for this song is implore you to watch this performance, which is stupendous:
03 “Zurich Is Stained” | Slanted & Enchanted
We need to start by quoting the lyrics to this one in full. (Maybe think of “Zurich” as being a white cushion on his and his gal’s brand new, crazy expensive couch. Maybe that will help.)
I can’t sing it strong enough
That kind of strength I just don’t have
But if you watch the light change
Don’t hold them hangingYou think it’s easy, but you’re wrong
I’m not one half of the problem
Zurich is stained and it’s not my fault
Just hold me back or let me runSo what does it mean, a mistake or two
If it’s the kind of mistake no one can trace
To the fountain where we sold it
And held them hangingYou think it’s easy, but you’re wrong
I’m not one half of the problem
Zurich is stained and it’s not my fault
Just hold me back or let me run
You think it’s easy, but you’re wrong
I’m not one half of the problem
Zurich is stained and it’s not my fault
Just hold me back or let me run
The simplicity and directness of these words are great, as is the fact that Malk sings them so plainly, real flat, not a lot of feeling, just getting it down on paper. It lends the song a lot more credibility than some wrought performance might (fortunately for the song, and us, I’m not sure if Malk even has that in him). The song is really short — 101 seconds — and throughout there’s this great, really bad slide guitar squeaking and squirting in the background, which I’ve always heard as kind of an id to the vocal’s ego. Which probably sounds ridiculous, I realize, but what do you expect from a liberal arts education?
02 “Texas Never Whispers” | Watery, Domestic
More Watery, Domestic goodness. Reason why this song ranks so high:
a) The song title, which is just a spectacular bit of wording. It’s like some phrase that Peter Bogdanovich or even John Lennon would think of, and then do their best to repeat at every instance (I know I would).
b) That opening overblown guitar bit, the pedals and guitar shrieking out this almost ceremonial melody, like announcing the arrival of a foreign head of state.
c) After that drops out, Malk opens with, “Here we go/ She’s on a hidden tableau.” It just sounds cool, folks.
d) “She’s so lackadaisical/ Should have been a West Coast bride.” I feel that, ya know?
e) The song is huge. There’s a spaciousness to it, an expansiveness to the arrangement. It’s wide and tall (I feel like most Pavement songs are tall but not wide). The arrangement is very impressive and mature.
f) The coda at the end with the flirting guitar solo/drum fills and the fuzz bass.
g) “This tunnel is a Tex-as mile.”
01 “Pueblo” | Wowee Zowee
So this one ain’t even close. For me, there’s “Pueblo,” one of the last songs on Wowee Zowee, and then there’s everything else. From the first moment I heard it, I was dumbstruck. Pavement never played around with tension/release — too good for it! — but here they succumbed to the temptation, concocting these really subdued but foreboding verses that would just explode into a chorus so impossibly huge, almost never-ending in its breadth thanks to two sustained guitar notes that clash and then harmonize with Malkmus’ vocals. Kicking into the chorus is this out-of-nowhere piercing guitar dropping three notes fast — “duh-duh-duuuuuuuh” — and then it all comes rushing forward, like a stampede at 45rpm.
And yet there’s not a really strong structure to it. It basically works like this: intro, verse, pre-chorus, chorus, post-chorus instrumental noodling that lasts for well over a minute, sorta-verse only more like a middle-eight, chorus explosion, explosion, explosion, fragments, fin. It’s just a really long tease, except with two tremendous payoffs, the second of which still astonishes me ten years later.
When I was 17 and living in the boondocks of Virginia, I had a tape that I would listen to repeatedly when driving around. I can’t remember what all was on there. I remember Pavement, Stone Roses, Breeders, Nirvana, Archers of Loaf, Oasis, things like that — the Pavement song was, obviously, “Pueblo.”
One of my closest friends at the time lived on top of a mountain, and had a two-mile long gravel driveway down to a slightly larger road. Well, one night I was driving down that road and rocking out to “Pueblo” in my stepmother’s Taurus at a pretty good clip. Singing along, pounding the steering wheel, that sort of thing. But as I got to the end of the driveway, I noticed at the last second that the gate that was almost always open — a really long, white, solitary pole — was partially closed, and was pointing into the road. I slammed on the brakes, but it was too late: I shut my eyes, and heard the sound of shattered glass and an awful tearing sound.
When I opened my eyes, I was confronted with a large white object pointing across my face. As I got my bearings, I realized that this long white pole had gone through the windshield, coming so close to my head that it had ripped the headrest behind me IN HALF. Somehow I still had my wits about me, so I very slowly backed the car up so the pole was out of the interior, and I stopped at a nearby trailer to use their phone. My family was obviously none too happy, and it was the closest I have ever come to death. And it’s all “Pueblo”’s fault. Thanks Pavement!
domingo, 16 de agosto de 2009
Amazon's 100 Greatest Indie Rock Albums of All Time
• One album per artist.
• No EPs or singles, this list is about albums.
• No greatest hits collections or compilations of previously released tracks.
• Nominations must have been originally released on an independent label. Albums released on indies which were later acquired and/or re-released by majors are allowed.
Some of those old indie rock albums that have been dubbed "classics" are pretty bland to me. They seem to take up a lot of space on this list. My opinion is that indie rock is getting better with time. Bands are coming up with much more unique sounds that draw from all types of music, and it's much more than just playing 5 slightly untuned chords and sounding like you're not trying.
100 Dangerous Magical Noise - The Dirtbombs
99 Passover - The Black Angels
98 To Survive - Joan As Police Woman
97 Ultimate Alternative Wavers - Built To Spill
96 Trans Am - Trans Am
95 The Discovery Of A World Inside... - The Apples In Stereo
94 Waiter: 'You Vultures!' - Portugal The Man
93 Alligator - The National
92 Horses In The Sky - Silver Mt. Zion
91 Gallowsbird's Bark - The Fiery Furnaces
90 Louden Up Now - (!!! Chk Chik Chick)
89 The Milk-Eyed Mender - Joanna Newsom
88 The Power Out - Electrelane
87 Cure For Pain - Morphine
86 Worn Copy - Ariel Pink's Haunted Graffiti
85 Vivian Girls - Vivian Girls
84 Hearts Of Oak - Ted Leo/Pharmacists
83 Save Yourself - Make Up
82 The Last Match - The Aislers Set
81 The Sea and the Bells - Rachel's
80 The Ugly Organ - Cursive
79 De Stijl - The White Stripes
78 Nothing Feels Good - The Promise Ring
77 The Smell Of Our Own - The Hidden Cameras
76 Jane From Occupied Europe - Swell Maps
75 Furnace Room Lullaby - Neko Case
74 The Curtain Hits The Cast - Low
73 The R&B Of Membership - The Delta 72
72 II & III - Camper Van Beethoven
71 Ladies And Gentlemen We Are Floating... - Spiritualized
70 The Fawn - The Sea And Cake
69 Feast of Wire - Calexico
68 Oh, Inverted World - The Shins
67 Will You Find Me - Ida
66 Milk Man - Deerhoof
65 Coquelicot Asleep In The Poppies... - Of Montreal
64 Rejoicing in The Hands - Devendra Banhart
63 Destroyer's Rubies - Destroyer
62 TNT - Tortoise
61 Neon Golden - The Notwist
60 Daddy's Highway - The Bats
59 Set Yourself On Fire - Stars
58 Fabulous Muscles - Xiu Xiu
57 Desperate Youth, Blood Thirsty Babes - TV On The Radio
56 The Decline And Fall Of Heavenly - Heavenly
55 The Mysterious Production of Eggs - Andrew Bird
54 Pussy-Whipped - Bikini Kill
53 Sing No Evil - Half Japanese
52 Liberty Belle And The Black Diamond Express - The Go Betweens
51 Emperor Tomato Ketchup - Stereolab
50 And Don't The Kids Just Love It - Television Personalities
49 Wild Love - Smog
48 Agaetis Byrjun - Sigur Ros
47 Red House Painters I - Red House Painters
46 Advisory Committee - Mirah
45 How Memory Works - Joan Of Arc
44 On Fire - Galaxie 500
43 On - Imperial Teen
42 Mass Romantic [Remastered] - The New Pornographers
41 Gulag Orkestar - Beirut
40 This Nation's Saving Grace - The Fall
39 You Forgot It In People - Broken Social Scene
38 I Am A Bird Now - Antony & The Johnsons
37 When Your Heartstrings Break - Beulah
36 Our Endless Numbered Days - Iron & Wine
35 Person Pitch - Panda Bear
34 Let's Get Out of This Country - Camera Obscura
33 Merriweather Post Pavilion - Animal Collective
32 Let It Be [Expanded Edition] - The Replacements
31 Repeater + 3 Songs - Fugazi
30 Zen Arcade - Hüsker Dü
29 24 Hour Revenge Therapy - Jawbreaker
28 Lift Your Skinny Fists... - godspeed you black emperor!
27 Yellow House - Grizzly Bear
26 The Glow Pt. 2 - The Microphones
25 Black Candy - Beat Happening
24 Funeral - Arcade Fire
23 Moon Pix - Cat Power
22 Diary - Sunny Day Real Estate
21 Lifted Or The Story Is In The Soil... - Bright Eyes
20 I Can Hear The Heart Beating As One - Yo La Tengo
19 Kill the Moonlight - Spoon
18 Give Up - The Postal Service
17 Dig Me Out - Sleater-Kinney
16 No Pocky for Kitty - Superchunk
15 I See A Darkness - Bonnie "Prince" Billy
14 We Have The Facts and We're Voting Yes - Death Cab For Cutie
13 Michigan - Sufjan Stevens
12 Daydream Nation - Sonic Youth
11 69 Love Songs Volume 1 - The Magnetic Fields
10 Bakesale - Sebadoh
09 Either/Or - Elliott Smith
08 Surfer Rosa - Pixies
07 If You're Feeling Sinister - Belle & Sebastian
06 Slanted & Enchanted - Pavement
05 Imperial f.f.r.r. (Deluxe Edition) - Unrest
04 Exile In Guyville - Liz Phair
03 Spiderland - Slint
02 In the Aeroplane Over the Sea - Neutral Milk Hotel
01 Bee Thousand - Guided by Voices
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
As 100 Músicas do Século
Com mais de cinqüenta anos nas costas é obviamente impossível resumir a história do rock em apenas 100 canções. A nossa intenção com esse especial foi o de criar uma espécie de “curso instantâneo” para quem quer conhecer melhor o gênero e sua história (aos experts tentamos trazer novas histórias, abordagens e justificativas para a inclusão de cada música). Apesar do “rock” na chamada, “pop” cairia melhor já que a idéia aqui foi tentar mostrar as inúmeras ramificações pela qual o gênero passou (soul, rap, funk, disco, pós punk, progressivo, grunge, psicodélicos, bandas de garagem, reggae...) desde os anos 50. Assim a lista é abrangente o bastante para abraçar nomes famosos e outros nem tanto, bandas que gravaram uma grande música e desapareceram e outras que criaram tanta coisa marcante que foi difícil decidir qual (ou quais) canções deveriam entrar.
Tentamos também ser objetivos na criação da lista evitando que o gosto pessoal interviesse no resultado (assim se você sentir falta de alguma banda ou artista saiba que nós também deixamos inúmeros favoritos de fora). Ainda assim, quem souber ler nas entrelinhas vai ver que a relação tem na verdade bem mais que 100 canções.
Os 100 nomes são assim uma espécie de “consenso da crítica”, com artistas e músicas que sempre figuram em eleições de “melhores de todos os tempos” (o site www.rocklist.net foi uma das maiores fontes). O nosso dedo entrou mais na hora dos critérios, sendo o principal deles o de evitar ao máximo a repetição de nomes a não ser que ele fosse indispensável (os artistas com duas ou mais mudanças radicais de estilo em sua trajetória). Por esse mesmo critério não incluímos canções das carreiras solo de ex-membros de bandas já incluídas (o que justifica a ausência de John Lennon, Lou Reed e Iggy Pop, entre outros).
A inclusão das músicas baseou-se em diversos critérios para evitarmos uma listagem monótona. Por vezes escolhemos a música mais famosa, em outras a mais influente e em algumas situações a que acreditamos ser a melhor porta de entrada para o artista ou gênero.
Com todas as explicações dadas estamos abertos para críticas, dúvidas e sugestões. Mas, agora é hora de deixar de papo e irmos para: As 100 Músicas mais representativas da era do Rock!
Elvis Presley: That's All Right, Mama ( click para ver a letra)
Ou a pedra fundamental do rock 'n roll. A história de That's Alright Mama já virou lenda. Conta-se que no intervalo de uma de suas primeiras gravações, em 5 de julho de 1954, Elvis começou a brincar com uma antiga canção country no que foi seguido pelo pessoal da banda. Sam Philips, o produtor e dono dos estúdios Sun, perguntou o que era aquilo e pediu para eles não pararem. Surgia ali o misto de country e blues que viraria o rock'n'roll e Philips provou que estava certo quando disse que se encontrasse um branco que cantasse como negro ficaria rico.
Little Richard: Tutti Frutti
Mais que uma música um grito de guerra selvagem e primal. Tutti Frutti representa bem o que era Richard nos anos 50: o primeiro rock star sexualmente ambíguo, um homem que causava polêmica e escândalo 9e com isso obviamente conquistava fãs). Poucos anos depois Richard se convenceu que o rock era coisa do diabo e tornou-se pastor. Hoje em dia ele já encontra-se em paz consigo e sua obra e segue tocando seus velhos hits pelo mundo.
Buddy Holly: That'll Be The Day
Se o rock dos anos 50 era rude e cru, Holly era o oposto disso. Buddy Holly preferia fazer canções mais melodiosas com raízes fortes no country e no pop das décadas anteriores. Ele também foi o primeiro rockeiro com pinta de nerd, com seus óculos de lente grossa e cara de bom moço. Por isso pode-se falar que foi ele que abriu caminho para o surgimento do conceito de “pop/rock”. Buddy Holly, com sua banda The Crickets, também criou o formato básico de uma banda de rock: duas guitarras, baixo e bateria. Dentre as poucas gravações que deixou em vida, That'll be the Day é uma das mais felizes, mas discoteca nenhuma está completa sem uma boa coletânea dele com outros sucessos como Peggy Sue e Oh Boy. Holly aparentava ter um futuro brilhante, mas tudo se interrompeu no dia 3 de fevereiro de 1959 quando Holly perdeu sua vida em acidente aéreo. Paul McCartney, um de seus maiores fãs compraria no futuro o direito de suas canções.
Chuck Berry: Johnny B. Goode
Berry talvez só perca para Jimi Hendrix no quesito guitarrista mais influentes do pós guerra. Seus riffs e trejeitos foram imitados, aumentados e, por vezes, até aperfeiçoados, mas jamais igualados. Berry também se mostrou um dos melhores letristas do rock com suas histórias cheias de malandragem que atingiam o coração de teens ao redor do planeta. É difícil selecionar só uma canção para representá-lo, mas Johnny B Goode cumpre bem a tarefa pois além de ter sido um dos maiores sucessos do cantor e guitarrista, ela logo entrou para o repertório de vários artistas e bandas iniciantes ou não com o decorrer do tempo.
Antes havia o sagrado (a música Gospel) e o profano (o Blues). Ray numa tacada de gênio juntou as duas coisas em um só e criou o Rhythm 'n Blues que iria evoluir e se tornar nos anos seguintes a soul music. What I'd say, tinha 8 minutos originalmente e acabou dividida em duas partes no compacto. Outras duas versões foram feitas para agradar aos lojistas e pessoal de rádio. O resultado compensou: Esse foi o primeiro disco de Ray a vender 1 milhão de cópias.
The Shirelles: Will You Love Me Tomorrow?
Os grupos de garotas também foram uma das manias no início dos anos 60 (e sempre fizeram parte da história do pop das Shangri-las e Supremes até as Pussycat Dolls e Destiny's Child)). As Shirelles fizeram grande sucesso com essa canção de Carole King (que na década de 70 se tornaria mega estrela e regravaria a música em uma versão tristíssima e também antológica). Além da melodia e do arranjo cativantes o que chamava a atenção era a letra de temática feminista, bastante ousada para a época, que contava a história da garota que ouvia os maiores elogios do cara e depois se perguntava se”amanhã ele ainda a amaria”.
Nos anos 50 Roy gravou muito rockabilly para a Sun. Mas foi só quando se tornou baladeiro é que sua carreira engrenou. Suas canções eram deliciosos pequenos dramas que ganhavam muito com seus falsetes. Roy gravou outros clássicos do pop como In Dreams e Oh pretty Woman, mas Crying é mesmo sua obra prima capaz de levar não só o personagem da canção, mas qualquer um às lágrimas.
Entre o fim da primeira era do rock e o surgimento dos Beatles, quem tinha poder mesmo eram os produtores mais do que os intérpretes. E nenhum produtor foi mais famoso e influente que Phil Spector. Aqui ele pôs a prova a sua “parede de som” que consistia em empilhar um sem número de instrumentos criando uma massa sonora de forte impacto. Be my Baby, hit até hoje, foi um dos mais bem acabados exemplos de suas “Sinfonias para os adolescentes” e serve para mostrar como todas as fases de uma música são importantes da composição, passando pela escolha certa do intérprete até chegarmos na gravação e mixagem.
Rock não é precisa de sofisticação (por vezes é melhor que não tenha nenhuma mesmo). Isso nunca foi tão claro quanto nesse verdadeiro hino gravado e regravado á exaustão por inúmeros artistas das mais diversas envergaduras (Troggs, Kinks, Iggy Pop...). Essa é a versão clássica, gravada pelos Kingsmen, que dali despontou para o anonimato. Tudo bem, eles já tinham deixado sua marca na história ao criarem a típica canção que qualquer pessoa pode tocar.
Sintetizar a carreira dos Beatles em poucas canções é tarefa dura. A Hard Days Night entra aqui pelo frescor que ainda exala quando ela é tocada; pelo acorde inicial de guitarra, que até hoje arrepia fãs de todo o mundo, e porque sempre vai estar ligada às cenas inicias do filme de mesmo nome, a melhor descrição do que foi a Beatlemania. Da mesma forma poderíamos lembrar de All My Loving, Help, She Loves You, Yesterday, I Wanna Hold your hand, gravadas entre 63 e 65 e ainda da primeira fase da banda considerada mais “fraca” que as posteriores. E ainda tem quem se pergunte porque eles foram tão grandes...
The Kinks: You Really Got Me
Os Kinks eram a banda de Ray Davies, um dos grandes crônicos da vida social inglesa e compositor de mão cheia. No decorrer dos anos 60 (e também 70 e 80), ele também criou óperas rock, baladas antológicas e brigou muito com seu irmão mais novo Dave Davies. Mais que isso, para muitos ele criou o heavy metal em 1964, ao lançar esses 3 minutos de energia em estado bruto. Segundo a lenda quem toca o solo da música é Jimmy Page – antes de formar o Led Zeppelin ele era músico de estúdio- mas Page até hoje não confirma a história preferindo manter o mistério.
Para muitos (Rod Stewart por exemplo) Sam Cooke foi o maior cantor que já pisou nesse planeta. Cooke morreu assassinado em 11 de dezembro de 1964. Poucos dias antes havia gravado esse clássico, bastante influenciado pela música de protesto de Bob Dylan e que seria muito usada em manifestos pelos direitos civis da população negra norte-americana. A Change... que mostrava uma guinada na direção da carreira de Cooke (muitas vezes acusado, sem muita razão, de estar diluindo sua música para o público branco) acabou sendo seu epitáfio.
Uma das canções mais executadas da história, You've lost é um épico de quatro minutos, (que no selo trazia uma duração de 3:05 para não assustar os radialistas) mais uma vez produzido por Phil Spector, interpretado com a voz de barítono de Bill Medley que fez toda a diferença quando entravam as famosas primeiras linhas: “você não fecha mais os olhos quando lhe beijo os olhos”.
Existem músicas e existem hinos, canções que marcam toda uma geração e continuam fazendo sentido para quem vem depois. Assim é Satisfaction, uma música que pode-se ouvir sem parar e mesmo assim não ficar cansado dela. Satisfaction além de ter se tornado talvez o maior clássico do rock, serviu para mostrar que o quinteto inglês não era mais uma entre as tantas bandas britânicas que estavam conseguindo emplacar na cola dos Beatles mas sim que eles eram uma banda com som e temática próprios e talento e arrogância em quantidades suficientes para lhes garantir um lugar ao sol mesmo quando a chamada invasão dos ingleses chegasse ao fim.
Os Byrds foi a banda americana que mais revoluções causou no panorama pop de sua época. Esse foi o primeiro compacto deles e ajudou a misturar dois mundos que vivam separados: o da música folk, reduto de universitários politizados e sem muita paciência para as “frivolidades” e o mundo do rock, representado principalmente pelos Beatles, então em sue auge. Mr. Tambourine Man, levou os Byrds,e seu autor Bob Dylan, ao primeiro lugar das paradas e daria início a uma carreira repleta de grandes momentos como veremos mais abaixo.
Smokey Robinson: Tracks Of My Tears
Se até Bob Dylan disse que Smokey Robinson era o maior letrista vivo, quem somos nós para discordar? Ao lado dos Miracles Robinson forjou o que ficou conhecido como “som Motown”, a saber, uma música doce e rica em melodia, em contraste co o som mais rude e cru que sempre foi o preferido pelos fãs e músicos de black music. Com essa fórmula, a Motown tocou conta dos anos 60 com a sua conhecida “linha de montagem” (pudera, a gravadora ficava em Detroit, a terra das montadoras). Tudo na Motown era estudado: o figurino, a postura do artista e qual o compositor certo para cada cantor ou grupo. Robinson escapava dessa linha porque sabia cantar como poucos e compor como outros menos ainda. Tracks of my tears é o seu ápice. Em cima de uma melodia que ultrapassa os limites da perfeição, Robinson conta a história do rapaz que só demonstra felicidade (“se você prestar atenção você poderá ver os traços das minhas lágrimas”).
Bob Dylan: Like A Rolling Stone
“Existem artistas que falam por sua geração”. Foi assim que Jack Nicholson apresentou Bob Dylan no Live Aid de 1985. Entrar no mundo de Dylan pode ser difícil: as letras são gigantescas, a voz anasalada não ajuda e até para quem fala inglês muito bem pode ser difícil de captar todas as imagens de suas letras. Mas quando você entra nesse planeta dificilmente sai. Essa canção é uma excelente porta de entrada para esse mundo: seja pela linha de órgão criada no improviso por Al Kooper (que sequer sabia tocar o instrumento), pela melodia forte que não cansa, apesar dos mais de seis minutos e pela interpretação carregada de Dylan contando a história da madame que vira mendiga. Dylan gravou vários discos e músicas fundamentais antes e depois desse compacto de julho de 1965, mas aqui mais do que uma simples canção a gente fala de um acontecimento que marcaria a história da arte no século 20. Para se ter uma idéia, o prestigiado jornalista Greil Marcus acabou de lançar um livro todo dedicado a ela, A Rolling Stone a elegeu a melhor música da história do rock e a revista inglesa Uncut também botou a música como o maior acontecimento da cultura pop dos últimos 50 anos.
The Beach Boys: California Girls
Os Beach Boys foram das poucas bandas americanas a fazer frente aos Beatles na década de 60. As composições de Brian Wilson no começo falavam de surf, garotas e carrões em um momento em que, pensava-se, a vida seria sempre um mar de rosas. Em 1965 Brian sofreu um colapso mental e decidiu não se apresentar mais com a banda para se dedicar apenas ao trabalho em estúdio. A decisão foi acertada, já que California Girls mostrava uma sofisticação impensada para quem conhecia os primeiros discos do grupo. Duas curiosidade: a introdução da canção é considerada por Brian o melhor pedaço de música escrito por ele e em 1985 David Lee Roth, o ex-vocalista do Van Halen gravaria uma versão dela com bastante sucesso, que contava com a participação de Brian Wilson.
The Temptations: My Girl
Além de cantor e performer, Smokey Robinson era um dos principais compositores da Motown. Ninguém tirou mais proveito de suas canções que os Temptations (o grupo de música negra mais popular dos EUA nos anos 60). Dentre os inúmeros hits que o grupo teve My Girl brilha como um diamante. Uma canção capaz de cativar sucessivas gerações de ouvintes graças à combinação perfeita de letra e melodia. Na segunda metade dos anos 60, os Temptations largaram Robinson e passaram a gravar discos de “soul psicodélico progressivo” com Norman Whitfield em outra fase rica que merece ser conhecida.
The Who: Substitute
O who surgiu no início dos anos 60 e logo se tornaram a principal banda Mod da Inglaterra (os mods gostavam de soul music, boas roupas, lambretas e de arrumar briga com os rockers). Antes de descobrir a ópera rock, Pete Towshend, o guitarrista e autor de 98% das músicas, era o rei dos compactos. Quase todos os singles que ele compôs para o Who nos anos 60 são não menos que antológicos. Talvez My Generation devesse estar aqui. Mas como, ao contrário do que a letra dizia, tanto ele, quanto vários outros de seus colegas de geração preferiram continuar vivos (e por vezes produzindo material de qualidade) ao invés de morrerem jovens, ficamos com esse perfeito exemplo de canção curta, grossa e capaz de levar o ouvinte para um outro estado de espírito.
..É AMIGO.. É O QUE SEU CANTOR/BANDA/ARTISTA PREFERIDO OUVE.. (ou não)
Continuação da Lista
domingo, 26 de julho de 2009
Blender100 de melhores discos indie
Na lista estão nomes consagrados como Nirvana, Dead Kennedys, The Smiths e Green Day, entre e muito outros. Confira abaixo:
100 The Shaggs - Philosophy Of The World
99 Dream Syndicate - The Days Of Wine And Roses
98 Palace Music - Viva Last Blues
97 The Mekons - Rock 'N' Roll
96 TV On The Radio - Return To Cookie Mountain
95 The Dismemberment Plan - Emergency & I
94 Half Japanese - Greatest Hits
93 Big Black - Atomizer
92 Dead Kennedys - Fresh Fruit For Rotting Vegetables
91 The Chills - Kaleidoscope World
90 Animal Collective - Strawberry Jam
89 Art Brut - Bang Bang Rock & Roll
88 Daniel Johnston - Yip/Jump Music
87 Wolf Parade - Apologies To The Queen Mary
86 Flipper - Album - Generic Flipper
85 The Clean - Anthology
84 Beat Happening - You Turn Me On
83 The Misfits - Walk Among Us
82 The Embarrassment - Heyday 1979-83
81 The Vaselines - The Way Of The Vaselines
80 Feist - The Reminder
79 Clap Your Hands Say Yeah - Clap Your Hands Say Yeah
78 The 13th Floor Elevators - The Psychedelic Sounds Of The 13th Floor Elevators
77 Arctic Monkeys - Whatever People Say I Am, That's What I'm Not
76 Le Tigre - Le Tigre
75 Galaxie 500 - Today
74 The Fall - 50,000 Fall Fans Can't Be Wrong
73 Meat Puppets - Up On The Sun
72 The Mountain Goats - We Shall All Be Healed
71 Stereolab - Refried Ectoplasm
70 Mudhoney - Superfruzz Bigmuff Plus Early Singles
69 Nick Drake - Pink Moon
68 Descendents - Milo Goes To College
67 Hüsker Dü - New Day Rising
66 Young Marble Giants - Colossal Youth
65 Various Artists - No New York
64 Cat Power - The Greatest
63 Nirvana - Bleach
62 The Feelies - Crazy Rhythms
61 LCD Soundsystem - LCD Soundsystem
60 Sufjan Stevens - Illinois
59 Nine Inch Nails - Pretty Hate Machine
58 Built To Spill - There's Nothing Wrong With Love
57 Bikini Kill - Pussy Whipped
56 Archers Of Loaf - Icky Mettle
55 Bad Brains - Bad Brains
54 Unrest - Imperial F.F.R.R.
53 Smashing Pumpkins - Gish
52 Bright Eyes - Lifted Or The Story Is In The Soil, Keep Your Ear To The Ground
51 Interpol - Turn On The Bright Lights
50 Rilo Kiley - More Adventurous
49 Spoon - Kill The Moonlight
48 Mission Of Burma - Vs.
47 Green Day - Kerplunk
46 Franz Ferdinand - Franz Ferdinand
45 Fugazi - Repeater
44 Various Artists - Wanna Buy A Bridge?
43 Black Flag - Damaged
42 Brian Eno - Another Green World
41 Modest Mouse - The Lonesome Crowded West
40 New Order - Power Corruption & Lies
39 Pavement - Crooked Rain, Crooked Rain
38 The Strokes - Is This It
37 Yeah Yeah Yeahs - Fever To Tell
36 Elliott Smith - Either/Or
35 Liz Phair - Exile In Guyville
34 Superchunk - On The Mouth
33 The Shins - Oh, Inverted World
32 Neutral Milk Hotel - In The Aeroplane Over The Sea
31 Guided By Voices - Bee Thousand
30 Wilco - Yankee Hotel Foxtrot
29 Violent Femmes - Violent Femmes
28 The Magnetic Fields - 69 Love Songs
27 M.I.A. - Arular
26 Belle And Sebastian - If You're Feeling Sinister
25 Sebadoh - III
24 The New Pornographers - Mass Romantic
23 Yo La Tengo - Painful
22 Meat Puppets - Meat Puppets II
21 The Modern Lovers - The Modern Lovers
20 The Hold Steady - Separation Sunday
19 Sleater-Kinney - Dig Me Out
18 Joy Division - Unknown Pleasures 17 The White Stripes - White Blood Cells
16 Slint - Spiderland
15 X - Wild Gift
14 De La Soul - 3 Feet High And Rising
13 Hüsker Dü - Zen Arcade
12 Dinosaur Jr - You're Living All Over Me
11 Minutemen - Double Nickels On The Dime
10 The Smiths - The Smiths
09 Big Star - Third/Sister Lovers
08 My Bloody Valentine - Loveless
07 The Velvet Underground - The Velvet Underground
06 Arcade Fire - Funeral
05 Pixies - Surfer Rosa
04 R.E.M. - Murmur
03 The Replacements - Let It Be
02 Sonic Youth - Daydream Nation
01 Pavement - Slanted And Enchanted
sábado, 25 de julho de 2009
CD do Velvet Underground é eleito o mais influente da música
O critério não é exatamente a qualidade, mas a influência que eles tiveram em tudo que veio depois. É por isso que a lista está cheia de pioneiros, seja da música eletrônica (Kraftwerk), do heavy metal (Black Sabbath), do punk (The Stooges) ou do funk (James Brown).
O primeiro lugar ficou com o Velvet Underground. A explicação do The Guardian é que, sem esse disco, não haveria o que se convencionou chamar de "rock alternativo" dos anos 70, 80, 90 e 00. Veja abaixo os 50 álbuns da lista, em ordem decrescente:
01. The Velvet Underground, "The Velvet Underground & Nico" (1967)
02. The Beatles, "Sgt Pepper's Lonely Hearts Club Band" (1967)
03. Kraftwerk"Trans Europe Express" (1977)
04. NWA, "Straight Outta Compton" (1989)
05. Robert Johnson, "King of the Delta Blues Singers" (1961)
06. Marvin Gaye, "What's Going On" (1971)
07. Patti Smith, "Horses" (1975)
08. Bob Dylan, "Bringing it All Back Home" (1965)
09. Elvis Presley, "Elvis Presley" (1956)
10. The Beach Boys, "Pet Sounds" (1966)
11. David Bowie, "The Rise and Fall of Ziggy Stardust and the Spiders From Mars" (1972)
12. Miles Davis, "Kind of Blue" (1959)
13. Frank Sinatra, "Songs for Swingin' Lovers" (1956)
14. Joni Mitchell, "Blue" (1971)
15. Brian Eno, "Discreet Music" (1975)
16. Aretha Franklin, "I Never Loved a Man the Way I love You" (1967)
17. The Stooges, "Raw Power" (1973)
18. The Clash, "London Calling" (1979)
19. Mary J Blige, "What's the 411?" (1992)
20. The Byrds, "Sweetheart of the Rodeo" (1968)
21. Spice Girls, "Spice" (1996)
22. Kate Bush, "The Hounds of Love" (1985)
23. Augustus Pablo, "King Tubby Meets Rockers Uptown" (1976)
24. Youssou N'Dour, "Immigres" (1984)
25. James Brown, "Live at the Apollo" (1963)
26. Stevie Wonder, "Songs in the Key of Life" (1976)
27. Jimi Hendrix, "Are You Experienced" (1967)
28. Prince and the Revolution, "Purple Rain" (1984)
29. Pink Floyd, "The Dark Side of the Moon" (1973)
30. The Wailers, "Catch a Fire" (1973)
31. The Stone Roses, "The Stone Roses" (1989)
32. Otis Redding, "Otis Blue" (1965)
33. Herbie Hancock, "Head Hunters" (1973)
34. Black Sabbath, "Black Sabbath" (1970)
35. The Ramones, "The Ramones" (1976)
36. The Who, "My Generation" (1965)
37. Massive Attack, "Blue Lines" (1991)
38. Radiohead, "The Bends" (1995)
39. Michael Jackson, "Thriller" (1982)
40. Run DMC, "Run DMC" (1984)
41. Chic, "Chic" (1977)
42. The Smiths, "The Smiths" (1984)
43. Primal Scream, "Screamadelica" (1991)
44. Talking Heads, "Fear of Music" (1979)
45. Fairport Convention, "Liege and Lief" (1969)
46. The Human League, "Dare" (1981)
47. Nirvana, "Nevermind" (1991)
48. The Strokes, "Is This It?" (2001)
49. De La Soul, "3 Feet High and Rising" (1989)
50. LFO, "Frequencies" (1991)
segunda-feira, 8 de dezembro de 2008
Veja a lista de indicados às principais categorias do Grammy
GRAVAÇÃO DO ANO
Chasing Pavements - Adele
ÁLBUM DO ANO
Viva La Vida Or Death And All His Friends - Coldplay
MÚSICA DO ANO
American Boy - Compositores: William Adams, Keith Harris, Josh
MELHOR ARTISTA REVELEÇÃO
Adele
MELHOR ÁLBUM DE MÚSICA POP
Detours - Sheryl Crow
MELHOR ÁLBUM DE ROCK
Viva La Vida Or Death And All His Friends - Coldplay
MELHOR ÁLBUM DE MÚSICA ALTERNATIVA
Modern Guilt - Beck
MELHOR ÁLBUM DE R&B
Love & Life - Eric Benet
MELHOR ÁLBUM DE RAP
American Gangster - Jay-Z
MELHOR ÁLBUM DE MÚSICA COUNTRY
That Lonesome Song - Jamey Johnson