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sexta-feira, 29 de abril de 2011

AmBev lança cerveja que não deixa hálito ruim

Beber cerveja sem ficar com hálito ruim? A AmBev lança na próxima sexta-feira uma cerveja mais leve e que não deixa o consumidor com o "bafo" de cerveja.

Mais cara que a tradicional, a nova cerveja, a Skol Beats, tem preço sugerido para os supermercados de R$ 1,39 a R$ 1,59, contra R$ 0,85 a R$ 0,99 da tradicional.

Segundo o gerente de marketing de Skol, Carlos Lisboa, o preço reflete o custo maior da cerveja, que além de levar ingredientes mais caros, ainda tem uma escala de produção menor e uma embalagem mais sofisticada.

A expectativa de Lisboa é que a Skol Beats encontre aceitação imediata no mercado. A a cerveja desembarca agora em São Paulo, Campinas e litoral paulista, Rio de Janeiro, Angra dos Reis, Búzios e Belo Horizonte. A partir de 2003, quando começará também a campanha em televisão, a distribuição será iniciada para as demais regiões do país.

"Depois de rodar por três praças de venda, deu para perceber que a aceitação será muito rápida, praticamente automática. Em uma ou duas semanas, já esperamos ter a cerveja em quase todos os pontos de venda", disse.

Pesquisa
Durante um ano de pesquisa, a Skol tentou desenvolver um produto com características para satisfazer o consumidor fora de uma mesa de bar: menos amargor, menor sabor residual e, por consequência, sem deixar marcas no hálito do consumidor. Além disso, o teor alcoólico (5,2§) é ligeiramente superior ao da Skol tradicional (4,7§).

O lúpulo - um dos principais ingredientes usados na cerveja - é diferente do tradicional, o que resulta no menor amargor e no odor mais discreto. Daí também o preço mais alto.

A empresa também investiu em uma embalagem estilosa: toda transparente, com rótulo metalizado apenas no gargalo, sinuosa e com o nome ""Skol" gravado em relevo. ""Nosso objetivo era reforçar nossa presença em outras ocasiões que não tinham muito a presença de cerveja. Nessas ocasiões, o consumidor prefere uma embalagem individual e se importa mais com o estilo e a marca", disse Lisboa.

Hoje a Skol detém 32,5% do mercado cervejeiro, segundo pesquisa da AC
Nielsen de setembro de 2002. Além disso, a marca conquistou, pela primeira vez este ano, o prêmio Folha Top of Mind como a marca de cerveja mais lembrada pelos consumidores, superando a Brahma e a Antarctica, também da AmBev.

Embora Lisboa ressalte que o produto não vise nenhum nicho específico, a campanha de divulgação terá como alvo os jovens de 18 a 25 anos das classes A e B, uma tradição da marca. Mas pelas características do produto - o sabor mais suave, por exemplo - é possível apostar que as mulheres devem ser conquistadas com maior rapidez.

Essa não é a primeira vez que a Skol lança algo inédito no mercado: ela foi a primeira cerveja em lata do país, tanto em flanders quanto em alumínio, além de modernizar o mercado com as embalagens long neck e lata de 500 ml.

quarta-feira, 9 de março de 2011

Bar X academia

Por que será que é mais fácil freqüentar um bar do que uma academia?

Para resolver esse grande dilema, foi necessário frequentar os dois (o bar e a academia) por uma semana.


Vejam o resultado desta importante pesquisa:

Vantagem numérica:
- Existem mais bares do que academias.
Logo, é mais fácil encontrar um bar no seu caminho.
*1x0 pro bar.**

Ambiente:
- No bar, todo mundo está alegre. É o lugar onde a dureza do dia-a-dia amolece no primeiro gole de cerveja.
- Na academia, todo mundo fica suando, carregando peso, bufando e fazendo cara feia.
*2x0.**

Amizade simples e sincera:
- No bar, ninguém fica reparando se você está usando o tênis da moda. Os companheiros do bar só reparam se o seu copo está cheio ou vazio. *3x0.*

Compaixão:
- Você já ganhou alguma saideira na academia?
Alguém já te deu uma semana de ginástica de graça?
- No bar, com certeza, você já ganhou uma cerveja 'por conta'.
*4x0.*

Liberdade:
- Você pode falar palavrão na academia?
*5x0*.

Libertinagem e democracia:
- No bar, você pode dividir um banco com outra pessoa do sexo oposto, ou do mesmo sexo, problema é seu...
- Na academia, dividir um aparelho dá até briga.
*6x0.**

Saúde:
- Você já viu um 'barista' (freqüentador de bar) reclamando de dores musculares, joelho bichado, tendinite?
*7x0.*

Saudosismo:
- Alguém já tocou a sua música romântica preferida na academia? É só 'bate-estaca' , né?
*8x0.*

Emoção:
- Onde você comemora a vitória do seu time?
No bar ou na academia?
*9x0.*

Memória:
- Você já aprontou algo na academia digno de contar para os seus netos?
*10x0 pro BAR!!!**

Portanto, se você tem amigos na academia, repasse este e-mail para salvá-los do mau caminho!**

PS: Você já fez amizade com alguém bebendo Gatorade???


E AGORA, A MÁXIMA DE UM GRANDE FILÓSOFO.


"A cerveja e a cachaça são os piores inimigos do homem. Mas quem foge dos seus inimigos é um covarde" (Zeca Pagodinho, sambista e sangue-bom)

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Beber álcool com moderação protege contra doenças cardíacas

Beber álcool com moderação pode fazer bem à saúde. Foi o que constatou uma pesquisa da Universidade de Calgary. O estudo, que fui públicado na última quarta-feira no British Medical Journal, informa que pessoas que bebem um drinque por dia, têm entre 14% e 25% menos chances de desenvolver doenças cardíacas.

A pesquisa enfatizou que não devem haver excessos, o consumo deve ser moderado, os homens devem tomar 30g de álccol e as mulher 15g por dia. Com a ingestão, os níveis do bom colesterol no sangue aumentam, prevenindo assim doenças cardíacas.

Apesar dos beneficios fica uma alerta, beber demais não oferece nenhuma proteção e pode causar hipertensão arterial. De acordo com um dos pesquisadores, o benefício do consumo de álcool deveria aparecer em campanhas de saúde publica. "Precisamos ponderar a mensagem passada ao paciente", disse Gahali em entrevista ao site inglês Daily Mail.

O levantamento divulgado foi baseado em outros 84 estudos que relaciovam o consumo de álcool com doenças cardíacas, pessoas que bebiam de maneira moderada apresentaram menor incidência de derrames e mortes decorrentes da doença.

O estudo também analizou o tipo de bebida consumida, foi constatado que o beneficio esá no álcool e não no tipo de bebida alcoólica ingerida.

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

SMIRNOFF ICE GENÉRICO

Ingredientes:

1 litro de vodka Natasha (se você tiver grana sobrando, compre a Smirnoff).

2 litros de Sprite

1 envelope de Clight de limão

1 litro de água mineral com gás

É só misturar todos os ingredientes bem gelados. Rende o equivalente a 16 garrafinhas.
* Esta receita é encontrada na net sem autor.

sábado, 22 de janeiro de 2011

10 Bebidas que ajudam a levar as PVertidas para a cama

Preste bastante atenção nesta pesquisa, porque a partir de hoje você será uma pessoa mais experiente.

Uma pesquisa feita com 860 garotas americanas, mostra com quais bebidas fica mais fácil levar uma mulher para cama. Veja na lista abaixo, as bebidas que podem aumentar suas chances da noite terminar em sexo.

1º - Tequila (91%)
2º - Vodca (79%)
3º - Uísque (68%)
4º - Gim (67%)
5º - Rum (62%)
6º - Cerveja (48%)
7º - Conhaque (46%)
8º - Champanhe (23%)
9º - Vinho tinto (12%)
10º - Vinho branco (9%)

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Barriga de chope é mito, segundo estudo médico espanhol

Um estudo do Colégio Oficial de Médicos de Astúrias revela que "a barriga de chope é um mito", pois um consumo moderado da bebida, de até meio litro diário, associado a uma dieta como a mediterrânea, não engorda e reduz o risco de diabetes e hipertensão.

O modelo de homens e mulheres com barriga grande é próprio da cultura anglo-saxã, onde se ingere grandes quantidades de cerveja e comida rica em gorduras saturadas com quase nenhuma atividade física, asseguraram nesta quarta-feira os autores do estudo.

O padrão alimentar dos consumidores moderados de cerveja na Espanha é mais próximo ao da dieta mediterrânea, segundo o trabalho elaborado por Hospital Clínic, Universidade de Barcelona e Instituto de Saúde Carlos III, que foi apresentado nesta quarta-feira no Colégio Oficial de Médicos de Astúrias.

Os médicos Ramón Estruch, do Serviço de Medicina Interna do Hospital Clínic, e Rosa Lamuela, do departamento de bromatologia e Nutrição da Universidade de Barcelona, asseguraram que o estudo demonstra que a cerveja bebida com moderação não provoca aumento da massa corporal nem acúmulo de gordura na cintura.

O teste, realizado em 1.249 participantes, homens e mulheres com mais de 57 anos, que pela idade têm um maior risco cardiovascular, confirmou que a cerveja é saudável, segundo os autores.

As pessoas que participaram do estudo se alimentando com uma dieta mediterrânea acompanhada de cerveja em quantidades entre um quarto e meio litro por dia, "não só não engordaram, mas, em alguns casos, perderam peso", indicaram os cientistas.

A dose recomendada pelos médicos é de dois copos diários para as mulheres e de três para os homens, com comidas equilibradas e sempre que as pessoas tiverem uma vida normal, praticando algum exercício.

A cerveja é uma bebida fermentada, que recebe as propriedades alimentares dos cereais com que é produzida, assim como o vinho da uva, ou a cidra da maçã, explicou a doutora Rosa.

A bebida fornece uma quantidade de ácido fólico, vitaminas, ferro e cálcio maior que outras, e provoca um efeito "protetor" sobre o sistema cardiovascular.

As pessoas que bebem quantidades "normais" de cerveja apresentam uma menor incidência de diabetes mellitus e hipertensão, e um índice de massa corporal inferior.

Além disso, estas pessoas "manifestaram consumir uma maior quantidade de verduras, legumes, pescado, cereais e azeite de oliva, e realizar uma maior atividade física", indicou Estruch.

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Kate Hudson teve de largar a bebida para emagrecer


Kate Hudson perdeu cerca de 10 quilos para participar do filme Earthbound. E o segredo para a dieta bem-sucedida foi simples: ela apenas largou a bebida. Habitualmente magra, a atriz ficou ainda mais seca pois no longa ela interpreta uma mulher com uma doença terminal que se apaixona por seu médico.
A atriz disse que foi difícil se afastar da bebida. "Estar em Nova York dois dias e não tomar nenhuma cerveja, não sei como consegui fazer isso", brincou, segundo o blog Perez Hilton.
Kate Hudson contracena com Gael García Bernal em Earthbound.

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Arkeg

Seu eu tivesse uns 4000 doletas sobrando eu gastaria nesta maquininha ai em cima. É um arcade com vários jogos pré instalados e que ainda você pode tirar a sua própria cerveja ao lado. Além do mais você pode controlar digitalmente a temperatura da sua breja, que com certeza ai tá a zero graus!!!

Veja a lista dos jogos:
1942
1943
720°
A.P.B.
Arch Rivals
Asteroids
Asteroids Deluxe
Battlezone
Black Widow
Blaster
Bubbles
Centipede
Championship Sprint
Commando
Crystal Castles
Cyberball 2072
Defender
Defender II
Gauntlet
Gauntlet II
Gravitar
Gunsmoke
Hard Drivin’
Joust
Joust 2: Survival of the Fittest
Klax
Kozmik Krooz’r
Liberator
Lunar Lander
Major Havoc
Marble Madness
Millipede
Missile Command
Mortal Kombat
Mortal Kombat 3
Mortal Kombat II
NARC
Paperboy
Pit-Fighter
Pong
Primal Rage
Rampage
Rampage World Tour
Rampart
Red Baron
RoadBlasters
Robotron: 2084
Satan’s Hollow
Sinistar
Smash T.V.
Space Duel
Splat!
Spy Hunter
Spy Hunter II
Street Fighter
Super Breakout
Super Sprint
Super Street Fighter II CE
Tapper
Tempest
Timber
Toobin’
Total Carnage
Vindicators
Wacko
Warlords!
Wizard of Wor
Xenophobe
Xybots

Nada mal né?

http://www.avacafoiprobrejo.com/

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Cerveja pode fortalecer ossos de mulheres, diz estudo

Mulheres que bebem quantidades moderadas de cerveja podem fortalecer seus ossos, segundo um estudo de pesquisadores espanhóis.

O estudo com cerca de 1,7 mil mulheres, publicado na última edição da revista científica Nutrition, verificou que a densidade dos ossos era melhor em mulheres que bebiam regularmente do que em mulheres que não bebiam.

Mas a equipe de pesquisadores adverte que o efeito pode ser mais ligado a hormônios de plantas presentes na cerveja do que ao álcool.

Especialistas também sugeriram cautela em relação è descoberta. Eles advertem que o consumo diário de mais de duas unidades de álcool prejudica a saúde dos ossos.

A osteoporose, condição na qual a densidade dos ossos fica menor, deixando a pessoa mais suscetível a fraturas, é um problema comum em mulheres após a menopausa.

Força dos ossos
Os cientistas vêm pesquisando possíveis suplementos que possam ajudar as mulheres a manter a força de seus ossos após a meia idade.

Os autores do novo estudo, da Universidade de Extremadura, na Espanha, disseram não recomendar que as mulheres comecem a beber cerveja para fortalecer seus ossos, mas sugeriram que novos estudos sejam feitos com um ingrediente da cerveja chamado fitoestrogênio.

Para a pesquisa, eles recrutaram voluntárias com uma idade média de 48 anos e usaram ultrassom para medir a densidade dos ossos em seus dedos das mãos.

Os resultados foram comparados, levando-se em conta fatores como peso, idade e consumo de álcool.

Mulheres definidas como consumidoras "leves" ou "moderadas" de cerveja - até 280 gramas de álcool por semana, ou o equivalente a até cinco unidades por dia - tinham uma densidade óssea maior na média do que as abstêmias.

O resultado da pesquisa está de acordo com outros estudos anteriores, incluindo um conduzido no Hospital St. Thomas, em Londres, que sugeriu que beber em média oito unidades de álcool por semana pode ser benéfico.

Porém especialistas advertem que é difícil estabelecer um limite certo entre uma dose "saudável" de álcool e uma prejudicial.

O limite máximo estabelecido pelo estudo espanhol, de 35 unidades por semana, é o dobro do máximo recomendado para as mulheres.


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Alcoólatras interpretam mal emoções alheias, diz estudo

Das muitas coisas que o alcoolismo pode roubar - carreiras, vida, saúde, memória ¿ uma das mais desoladoras são os relacionamentos. E, dizem os pesquisadores, a razão para esta perda se deve ao fato de que os alcoólatras têm dificuldades para interpretar as emoções alheias. Este problema, porém vai além de questões emocionais. Um novo estudo realizado por cientistas da Universidade de Boston e do Hospital Geral de Massachusetts mostra que essa tendência pode ser observada no funcionamento do cérebro dos alcoólatras. O estudo foi publicado no site do jornal Los Angeles Times.

Não só familiares, mas pesquisas já demonstravam anteriormente que os alcoólatras realmente têm dificuldades para perceber corretamente as emoções, às vezes sentindo-se ofendidos quando nenhuma ofensa foi destinada a eles ou não percebendo quando um ente querido está triste, alegre, furioso ou desiludido.

Mas como o álcool faz tudo isso? Um novo estudo constatou que, no que diz respeito à competência para a leitura de expressões faciais, os cérebros dos alcoólatras são muito diferentes dos das pessoas que não bebem. Em relação aos outros, os cérebros dos alcoólatras têm essa capacidade empobrecida. Enquanto estão observando rostos, eles têm intensidade muito menor na atividade da amígdala e hipocampo (conhecido como o sistema límbico, ou sistema responsável pelas emoções). Esse empobrecimento pode ser observado mesmo naquelas pessoas que hoje são abstêmias.

Neste estudo, os pesquisadores pediram a 15 alcoólatras abstêmios a 15 pessoas que não possuíam a doença, que olhassem imagens de rostos. Para cada imagem que passava, os pesquisadores faziam a pergunta: "Quanto inteligente é essa pessoa?" Cada rosto expressava emoções positivas, negativas ou neutras.

Enquanto isso, os cientistas acompanhavam a atividade cerebral dos voluntários segundo a segundo, usando ressonância magnética funcional.

O sistema límbico das pessoas que não bebiam mostrou forte atividade quando as fotos projetavam emoção, mas ficava relativamente calmo quando as expressões eram neutras.

O sistema límbico dos alcoólatras, no seu conjunto, não teve atividade diferente se os rostos expressavam emoções fortes ou nenhuma emoção.

Nos dois grupos, os participantes foram divididos por fatores como idade, QI, educação e nível socioeconômico. Mas, as diferenças no funcionamento dos cérebros só puderam ser percebidas entre alcoólatras e não-alcoólatras. Os cérebros desses dois grupos reagiram de forma completamente diferente quando confrontados com sinais de raiva, alegria, tristeza ou decepção.

O resultado foi publicado na revista Alcoholism: Clinical and Experimental Research.

O ovo ou a galinha? Um dos autores do estudo, Ksenija Marinkovic, adverte para uma questão ainda sem resposta: será que o alcoolismo cega a sensibilidade emocional ou a insensibilidade emocional nessas pessoas existe antes do alcoolismo?

A ideia de que o álcool danifica o cérebro faz sentido por intuição. Mas alguns estudos sugerem que déficits cognitivos nas crianças - especialmente na área da inteligência emocional - podem detonar uma cascata de acontecimentos que podem conduzir ao alcoolismo.

No passado, pesquisadores já haviam demonstrado que os filhos de alcoolistas apresentam frequentemente as mesmas dificuldades em ler emoções. Filhos de alcoólatras têm um risco muito maior de desenvolver essa doença. "É um problema do ¿ovo ou a galinha¿. Nós simplesmente não sabemos o que vem em primeiro lugar", disse Marinkovic.

terça-feira, 11 de agosto de 2009

15 necessidades do homem, Mas tudo isso?

Dia 8, já sabe: Dia de nTop! Após um mês didático no AOE, o jeito foi chutar o balde e a Bel para trazermos de volta os ensinamentos do Manual do Pirata Contemporâneo. Já era hora do site mais quente da galáxia voltar a bater o pau na mesa e dar uma voadora no peito desses TANGA INÚTEIS que andam escrevendo por aqui.

Então vamos falar do que realmente importa.

Vocês devem estar se perguntando: E desde quando um homem precisa de tudo isso? Não, nós não precisamos de tudo isso. O intuito deste nTop é fazer piada, é entreter. E ver quanto chorão vai aparecer pra dizer “mimimi a gente não precisa disso” ou “mimimi eu não como carne”. Eu me divirto com essas coisas.

Como o lance é universal, contei com a ajuda de algumas figuras: Juno, Nhock, Raphael Mendes, Melo e Jaime. Senão seria um top 15 de MINHAS necessidades.

Mas vamos deixar o papo prosseguir no decorrer do top 15. Sim, top 15. Isso não é um top 10.

15. Homem não precisa nem de 15 coisas pra ser feliz
14. Dormir a hora que quiser
13. Ganhar/Ter muito dinheiro
12. Punheta antes/depois de dormir
11. Coçar o saco
10. Futebol
9. Peidar/Arrotar alto
8. Falar merda
7. Brigas
6. Passar a tarde no bar
5. Beber cerveja em qualquer lugar, hora ou dia
4. Ver mulher pelada, quase pelada, com roupa…
3. Churrasco
2. Dar um “gão”
1. Sexo

http://atoouefeito.com.br

quinta-feira, 30 de julho de 2009

“Usar drogas é uma escolha pessoal”

Para a jurista carioca, comprar cocaína deveria ser tão natural quanto comprar um chope

Juíza Maria Lúcia: "Já provei cocaína e maconha, mas não gostei"

Quando Maria Lúcia Karam entrou no curso de direito da Universidade Estadual do Rio de Janeiro, ainda existia o Estado da Guanabara e a UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) era UEG (Universidade Estadual da Guanabara). Ela passou também no vestibular de psicologia e passou um ano fazendo os dois cursos. O ano era 1967, e o movimento estudantil estava em sua fase mais perigosa e mais ativa. Foi o engajamento mais fervoroso entre os estudantes de direito que fez Maria Lúcia optar por estudar a lei. Depois disso, ela pegou gosto. Tem três livros e vários artigos publicados sobre direito penal. A tese desenvolvida em De Crimes, Penas e Fantasias foi a que serviu de base para a argumentação do desembargador paulista que inocentou um portador de cocaína. Na mesma linha de raciocínio será Proibições, Riscos, Danos e Enganos: as drogas tornadas ilícitas, o livro que a juíza aposentada lançará no segundo semestre deste ano. Em entrevista a ÉPOCA, ela diz por que acredita que as drogas devem ser legalizadas.

ÉPOCA - Como a senhora chegou à conclusão de que as drogas ilícitas deveriam ser legalizadas?
Maria Lúcia Karam - Vendo que não há diferença entre consumo de álcool, tabaco, maconha, cocaína. Percebendo que usar uma ou outra é uma opção pessoal. Tem gente que gosta de tabaco e gente que gosta de maconha. E não tem nenhuma diferença, todas essas substâncias provocam alterações no organismo, no comportamento, então esse tratamento diferenciado dado pela lei não se justifica.

ÉPOCA - O mais coerente, então, não seria proibir todas?
Maria Lúcia - Coerente seria, mas seria muito pior. Aí, até café teria que ser proibido.

ÉPOCA - Por que seria pior?
Maria Lúcia - A proibição significa a total ausência de controle. Um dos grandes enganos do discurso proibicionista é pretender que a proibição seja uma forma de controlar a circulação das drogas. Mas ocorre justamente o contrário. Quando o mercado é ilegal, ele é totalmente descontrolado, porque não está submetido a nenhuma regulamentação. Causa maiores danos à própria saúde, que é o pretexto dos proibicionistas para criminalizar essas condutas.

ÉPOCA - Por que a proibição causa mais danos à saúde?
Maria Lúcia - Porque as drogas são substâncias que podem potencialmente causar danos à saúde e não são submetidas a nenhum tipo de controle de qualidade, ao contrário de qualquer outro produto, como, por exemplo, gêneros alimentícios, que são submetidos ao controle da agência de vigilância sanitária. Além disso, a ilegalidade dificulta a busca de assistência quando se faz efetivamente necessária, porque você vai ter que revelar uma conduta que é considerada ilícita. Pessoas que acompanham alguém que teve overdose têm receio de levá-la ao hospital. Dificulta o diálogo com pais, professores, o acesso à informação.

ÉPOCA - A senhora acha que a sociedade está madura para conviver com a legalização?
Maria Lúcia - A proibição dessas drogas que hoje são ilícitas é uma coisa que só surgiu globalmente no século XX. Elas sempre foram usadas e nunca foram proibidas. Então, a humanidade está madura para a legalização desde que ela existe.

ÉPOCA - A senhora não acha que muitas pessoas deixam de usar as drogas justamente por serem ilícitas?
Maria Lúcia - Acredito que isso não faz tanta diferença. Em uma pesquisa feita recentemente nos Estados Unidos em que se perguntava para os não-usuários de heroína e cocaína se eles passariam a consumir essas drogas se fossem legalizadas, 99% dos entrevistados responderam que não.

ÉPOCA - Se o vício for encarado como uma doença, isso, não justificaria o fato de o Estado proibir a droga ou adotar medidas de tratamento compulsório?
Maria Lúcia - Não acho que a droga e o vício sejam doenças. Eventualmente, você vai ter casos de dependência, mas que são, geralmente, uma manifestação de um problema anterior. Não existe dependência só de droga, pode ser dependência do trabalho, de uma pessoa, causada por um desconforto anterior, e é esse desconforto que precisa ser tratado. Cada pessoa usa drogas de formas diferentes. E a mesma pessoa também usa de forma diferente dependendo do momento que ela está vivendo. As pessoas podem beber mais num dia em que estão tristes, ir a um jantar e tomar só um vinho, ou ir a uma festa e beber um pouco mais.

ÉPOCA - Isso não vai aumentar os gastos públicos com saúde?
Maria Lúcia - Isso não deve mudar muito. Houve um exemplo relativamente recente nos Estados Unidos. Quando eles acabaram com a lei seca, em 1932, registrou-se um ligeiro aumento do consumo, mas, com o passar dos anos, ele se estabilizou e voltou aos mesmos índices de antes da proibição. Por outro lado, diminuíram os atendimentos hospitalares relacionados ao uso do álcool. Porque a bebida proibida era de pior qualidade.

ÉPOCA - E a criminalidade, é maior em países com maior tolerância ao consumo, como a Holanda?
Maria Lúcia - Não. A Holanda é um dos países com menor índice de criminalidade do mundo. Em 2004, por exemplo, o índice de homicídios foi de 1,27 por cem habitantes. A média de homicídios na União Européia é 1,4.

ÉPOCA - Um outro tipo de criminalidade, aquela causada, por exemplo, por um viciado em cocaína que rouba para sustentar o vício, não deve aumentar?
Maria Lúcia - Isso acontece mais na ilegalidade. Como a droga é ilícita, é mais difícil de conseguir e é mais cara. E precisa ser comprada escondido. Um adolescente não tem como pedir dinheiro para o pai para comprar cocaína. Num ambiente de legalidade, ele conseguiria dinheiro de uma forma natural, da mesma forma como o pai dá dinheiro para um menino comprar um chope num sábado à noite. A tendência é diminuir a criminalidade não só na venda, mas também do lado do consumo.

ÉPOCA - A senhora tem filhos?
Maria Lúcia - Tive uma filha que morreu aos 15 anos num acidente de carro. Faria 35 este ano. Não tinha ninguém alcoolizado ao volante, não teve nada a ver com drogas.

ÉPOCA - A senhora defende que ela deveria poder experimentar cocaína, como qualquer adolescente experimenta hoje álcool?
Maria Lúcia - Certamente. Como muitos colegas dela já experimentaram, por exemplo, maconha.

ÉPOCA - A senhora já provou alguma droga?
Maria Lúcia - Lícita? Tabaco, álcool, cafeína.

ÉPOCA - E ilícita?
Maria Lúcia - Cocaína e maconha. Mas não gostei. Prefiro um vinhozinho.

ver comentários dos leitores http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI5447-15254,00-USAR+DROGAS+E+UMA+ESCOLHA+PESSOAL.html

domingo, 26 de julho de 2009

COISAS QUE VOCÊ DEVE SABER ANTES DE ENTRAR NA FACULDADE:

1. Não importa o quão tarde é a sua primeira aula, você vai dormir durante ela;
2. Você vai mudar completamente e nem vai notar;
3. Você pode amar várias pessoas de maneiras diferentes;
4. Alunos de faculdade também jogam aviões de papel durante as aulas;
5. Se você assistir às aulas calçado, todo mundo vai perguntar
por que você foi tão chique para a faculdade;
6. Cada relógio no prédio mostra um horário diferente;
7. Se você era inteligente no colegial... Azar o seu!
8. Não importa tudo o que você prometeu quando passou no vestibular,
você vai às festas da faculdade, mesmo que sejam na noite anterior à prova final;
9. Você pode saber toda a matéria e ir mal na prova;
10. Você pode saber nada da matéria e tirar dez na prova;
11. A sua casa é um ótimo lugar para se visitar;
12. A maior parte da educação é adquirida fora das aulas;
13. Se você nunca bebeu, vai beber;
14. Se você nunca fumou, vai fumar;
15. Se você nunca transou, vai transar;
16. Se você não fizer nada disto durante a faculdade, não fará nunca mais
na vida, a não ser que você faça uma nova faculdade;
17. Você vai se tornar uma daquelas pessoas que seus pais falaram para você não se meter com elas;
18. Psicologia é, na verdade, biologia;
19. Biologia é, na verdade química.
20. Química é, na verdade física;
21. Física é na verdade matemática;
22. Ou seja, que mesmo depois de estudar anos, você não vai saber nada...
23. Que sentir depressão, solidão e tristeza, não são
frescuras de quem não tem o que fazer;
24. Que você sempre vai prometer que no próximo bimestre você vai estudar
mais, festejar menos, mas que na real sempre acontecerá o contrário;
25. As únicas coisas que compensam na faculdade são os amigos que você fará lá;
26. Não verá a hora de terminar a faculdade ;
27. E quando terminar, perceberá que foi a melhor época de toda a sua vida.

QUANDO A FACULDADE TERMINA, OS SINAIS DE QUE VOCÊ NÃO ESTÁ MAIS NA FACULDADE ACONTECEM QUANDO:

1. Fazer sexo em cama de solteiro é um absurdo;
2. Há mais comida do que cerveja na sua geladeira;
3. 6:00 h da manhã é quando você acorda, e não quando vai dormir;
4. Você escuta a sua música preferida num elevador;
5. Você carrega um guarda-chuva e dá a maior importância para a previsão do tempo;
6. Seus amigos se casam e se divorciam ao invés de ficarem e terminarem;
7. Suas férias caem de 130 para 15 dias por ano;
8. Calça jeans e camiseta não são mais consideradas vestimenta;
9. É você que chama a polícia porque a mulecada do vizinho não sabe como abaixar o som;
10. Você não sabe mais que horas os auto-lanches fecham;
11. Dormir no sofá te dá uma puta dor nas costas;
12. Você não tira mais aquele cochilo do meio-dia as 6 da tarde durante a semana;
13. Você a vai farmácia comprar um remédio para a dor de
cabeça e Anti-ácidos ao invés de Camisinhas e testes de gravidez;
14. Você come as comidas do café da manhã na hora do café da manhã;
15. Em mais de 90% do tempo em que você passa em frente a um computador você está trabalhando de verdade;
16. Você não bebe mais sozinho em casa antes de sair para economizar o dinheiro antes da Noitada;
17. E o mais importante... Você não tem tempo nem se quer de ler este E-mail e aproveitar para passá-lo para seus velhos amigos, para que eles lembrem que também estão velhos e o Bons tempos da faculdade já eram...

O TEMPO PASSA DEPRESSA DEMAIS!!!!!

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Mulher torna-se alcoólatra mais rapidamente que o homem

As brasileiras estão bebendo mais. O alerta é o resultado de uma pesquisa realizada pela Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), do Ministério da Saúde. Divulgada no começo deste mês, o estudo aponta que o índice de consumo abusivo de álcool (mais de quatro doses) por pessoas do sexo feminino em 2008 é de 10,5%, contra 9,3% de 2007 e 8,1% de 2006. O problema é ainda mais grave quando se sabe que as mulheres tendem a desenvolver a dependência do álcool mais rapidamente que o homem.

» "Bebi meu carro e a indenização", diz ex- alcoólatra » vc repórter: mande fotos
e notícias
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"Não se sabe o porquê, mas o homem costuma demorar de dez a 15 anos para se tornar alcoólatra, enquanto a mulher pode ser tornar em quatro anos", alerta a psiquiatra Analice Gigliotti, presidente da Associação Brasileira de Estudos do Álcool e Outras Drogas (Abead).

Outra desvantagem é que as mulheres também sentem mais o efeito das bebidas alcoólicas. "O organismo feminino têm uma menor quantidade de água, e mais tecido adiposo. Assim, há um aumento na concentração de álcool no organismo. Para elas, três copos de chope equivalem a quase cinco em um homem", explica Analice.

Além disso, a ingestão de álcool durante a gravidez pode trazer prejuízos sérios para a criança. "A síndrome alcoólica fetal causa retardo mental no bebê devido ao álcool que passa pela placenta", comenta Analice.

Uma doença sem cura
A ingestão excessiva de bebidas pode levar ao alcoolismo, uma doença sem cura. "Consumir grandes doses com frequência pode fazer com que o cérebro mude e se adapte à presença frequente do álcool. Essa adaptação é a doença", afirma Analice.

O alcoolismo é diagnosticado quando a pessoa perde o controle, apresenta desejo compulsivo pela bebida e maior tolerância a ela, se sente mal quando não a ingere e passa a ter prejuízos em sua vida. Qualquer um pode se tornar alcoólatra, mas há um grupo mais vulnerável. "É o caso de depressivos, de quem tem vulnerabilidade hereditária, de pessoas muito tímidas ou de que tem família e vizinhança que incentive a isso."

Os dependentes têm riscos maiores de desenvolver cirrose hepática, problemas no coração e neurológicos, perda de força nos membros e de memória e câncer de bexiga e laringe, por exemplo. Por isso, a patologia pode levar à morte. "O tratamento ideal combina terapia para evitar os gatilhos que fazem a pessoa beber, medicação para diminuir a compulsão e a síndrome de abstinência, além de conversar com a família para que possa ajudar o paciente. O alcoólatra não pode beber de forma alguma."

terça-feira, 7 de julho de 2009

Estudo aconselha atletas a beber cerveja todos os dias

Além de matar a sede e relaxar, a cerveja ajuda na recuperação após a prática esportiva. A afirmação é do Conselho Superior de Investigações Científicas (CSIC) da Espanha, que apresentou um estudo defendendo o consumo moderado da cerveja para os atletas como fonte de hidratação diária.

O estudo "Idoneidade da cerveja na recuperação do metabolismo dos desportistas", apresentado nesta terça-feira, foi baseado em relatórios e pesquisas de especialistas em medicina, fisiologia e nutrição da Universidade de Granada com o aval do CSIC. Segundo o documento, os componentes da cerveja ajudam na recuperação do metabolismo hormonal e imunológico depois da prática desportiva de alto rendimento e também favorece a prevenção de dores musculares.

A tese é defendida pelo cardiologista e ex-jogador de basquete da seleção espanhola, Juan Antonio Corbalán, medalha de prata nas Olimpíadas de Los Angeles (1984). O estudo foi realizado em dois anos e recomenda o consumo de três tulipas de 200 ml de cerveja (ou de 20g a 24g de álcool) para homens e duas para mulheres (10g a 12g) por dia; volume que os autores do relatório definem como moderada.

Cerveja ou suco de laranja?

De acordo com os pesquisadores, a cerveja contém 95% de água e é a bebida alcoólica com menor gradação (5% em média). Uma tulipa de 200 ml possui 90 calorias, o mesmo que um copo de suco de laranja. Para chegar a essa conclusão de consumo na dieta de desportistas, os cientistas fizeram pesquisas com 16 atletas universitários com idades entre 20 e 30 anos, em boa forma física e que alcançavam uma velocidade aeróbica máxima (VAM) de 14 km/h.

Além disso, todos deveriam ser consumidores habituais e moderados de cerveja, manter uma dieta mediterrânea, não ter hábitos tóxicos nem antecedentes familiares de alcoolismo. Os testes foram feitos durante três semanas em baterias diárias de uma hora de corrida, sob calor de 35º, 60% de umidade relativa e duas horas de pausa para hidratação.

Nesse intervalo os atletas bebiam água ou cerveja (máximo de 660 ml), alternando as bebidas em cada pausa de hidratação para comparar resultados.

"Tão boa quanto água"
A conclusão foi que a cerveja permitia recuperar as perdas hídricas e as alterações do metabolismo tão bem quanto a água. Os cientistas usaram parâmetros indicativos como: composição corporal, inflamatórios, imunológicos, endócrino-metabólicos e psico-cognitivos (coordenação, atenção, campo visual, tempos de percepção-reação, entre outros) para comprovar que o álcool não afetava a atividade de hidratação.

O estudo destaca ainda que a cerveja contém substratos metabólicos que substituem algumas substâncias perdidas durante o exercício físico como aminoácidos, minerais, vitaminas e antioxidantes. Mas apesar desta defesa do consumo da cerveja, os pesquisadores espanhóis afirmam que o consumo nunca deve passar da moderação, porque o excesso de álcool não se metaboliza e, por isso, afeta o sistema nervoso central.

No caso dos desportistas a recomendação do relatório é beber durante as refeições. Nunca momentos antes de praticar exercícios nem logo depois. O intervalo indicado para a cervejinha da hidratação é de duas horas antes ou depois de suar.