quinta-feira, 19 de maio de 2011
Em site para achar amantes, 'elas não pagam' e homens são maioria
Fugindo de qualquer tipo de polêmica, a porta-voz da empresa afirma que o objetivo do site não é incentivar a traição. "O objetivo é oferecer uma plataforma virtual online para pessoas que já estejam em uma relação e estejam à procura de outras pessoas para flertar, para terem mais atenção ou eventualmente para conhecer pessoalmente, se essa for a sua vontade. Muitas das pessoas que têm um relacionamento de longa duração têm necessidade de escapar da rotina e da monotonia que possam ter na sua relação atual."
Para os críticos do serviço, a porta-voz diz que "ninguém é forçado" a se cadastrar. "Não podemos nos esquecer que as pessoas se cadastram por variadas razões, algumas pelo flerte, outras para obter a atenção que já não têm do parceiro. O flerte acontece em todo lugar, e nós o trouxemos para o mundo online", afirma. Segundo ela, o que diferencia o Second Love de outras redes sociais como Orkut ou Facebook é o objetivo de quem procura o site. "As outras redes sociais são baseadas em conexões de amigos uns com os outros. No Second Love nós nos focamos nos usuários que querem conhecer novas pessoas que se encontrem na mesma situação: mulheres e homens que estejam casados, ou num relacionamento, e desejam viver uma aventura ou um namoro online com pessoas que estejam em condições similares para quebrar a rotina do casamento", diz a porta-voz.
Quem procura um site desse tipo provavelmente não vai querer que o parceiro ou a parceira descubra. E o modo de funcionamento da ferramenta contribui para manter o sigilo. "O usuário poderá comunicar-se anonimamente com os outros usuários sem utilizar o seu nome real. Os usuários têm também a opção de colocar uma foto privada e somente mostram a quem lhes interessar enviando-lhes uma senha de acesso", afirma Anabela. Além disso, todas os perfis e fotografias são verificados manualmente pela equipe do site. Imagens consideradas "indecentes" são imediatamente apagadas.
Lançado em 2008 na Holanda, o site está presente também na Bélgica, Portugal e Espanha, tem mais de 200 mil usuários cadastrados e vem crescendo, em média, 60% ao ano. O Brasil foi escolhido para ter uma versão própria do site porque o brasileiro "é um povo mais aberto e receptivo a novidades", segundo comunicado da empresa. Os responsáveis pela rede acreditam que o País será o mercado com o crescimento mais rápido do site, levado tanto pela densidade populacional quanto pelo crescimento da economia e pelo aumento de usuários de internet.
No Brasil, por enquanto, o site está apenas em uma primeira fase. Até o fim de junho, a rede social estará apenas realizando o cadastro dos usuários interessados para formar uma base de dados. Somente a partir de 1º de julho os usuários à procura do seu "segundo amor" poderão utilizar todas as funcionalidades da rede social.
GPS indica no celular se há alguém perto a fim de sexo
Por enquanto o aplicativo só existe com o foco no mundo gay, mas há algumas semanas a empresa responsável pelo produto - conhecida como Project Amicus - anunciou que vai lançar ainda neste inverno a versão para heterossexuais. Os héteros interessados já podem se cadastrar na lista de convidados em www.projectamicus.com. No Brasil, 14.044 pessoas já usam o Grindr no iPhone, iPad, iPod ou Blackberry.
"No perfil, a gente já conta mais ou menos o que curte na cama. Quando você vê alguém interessante perto, manda uma mensagem e geralmente a pessoa responde com foto dos órgãos genitais e do rosto para você conferir se está do seu gosto. Aí você marca um ponto de encontro, por exemplo, na casa de um dos dois. Quando chega, não tem nem conversa. É 'oi, vamos lá?' se gostou do que viu, ou então 'foi bom te conhecer, a gente marca algo depois', se você se decepcionou", detalha o usuário 'Cat carioca', de 27 anos.
O produtor já saiu com mais de 10 homens que conheceu no programa. Inclusive namorou um casal gay que conheceu online. "Nas festas é uma loucura! Todo mundo com o seu celular na mão de olho nos arredores. Muito gay usa, mas não fala abertamente sobre o assunto porque sabe que pode pegar mal", admite 'Cat'.
O programa tem duas versões: uma gratuita e outra que custa US$ 2,99 (aproximadamente R$ 4,7) por mês e permite a visualização de mais usuários. Na versão comum, ao fazer o login (informando idade, altura e peso), surgem na tela 20 fotos de homens próximos.
"É um aplicativo para transar. Quando alguém começa a conversar demais, o outro responde 'Isso não é Facebook, não'. Só dá para falar com uma pessoa de cada vez. Se você gosta de alguém, coloca uma estrelinha nele e ela sempre aparece na tela principal. Mas vou te contar: com o tempo enjoa. É muito vazio. Não traz felicidade uma pegação tão fácil, esgota".
Mulheres querem mais informação sobre parceiros
O criador do Grindr, o americano Joel Simkhai, 33, disse ter recebido dezenas de milhares de pedidos de mulheres por uma versão heterossexual e voltada para elas, sem tanto foco apenas nas fotos e na proximidade geográfica. "A versão para héteros vai dar mais espaço para informações, pois as mulheres precisam conhecer o parceiro melhor antes de pensar em ter qualquer coisa", explica Simkhai.
Já os gays, segundo Joel, são interessados em contatos mais ágeis, por isso a localização é tão importante: "Os sites de encontros atuais só chegam ao nível de detalhe 'cidade'. E se tiver alguém interessante do outro lado da rua?".
O foco na localização geográfica dos usuários é tendência na maioria das redes sociais. No Facebook e no Twitter, por exemplo, é comum os usuários informarem onde estão aos seus amigos virtuais. O Grindr segue a moda e sofistica o sistema, só que com um intuito sexual.
O aplicativo foi lançado em março de 2009. Hoje são mais de 1,5 milhão de usuários em 180 países. As cidades onde faz mais sucesso são Londres e Nova York. Mas muitos 'gringos' fazem uso do programa quando vêm ao Rio. Há ainda uma versão para lésbicas, chamada Qrushr Girls. Diariamente, 2 mil pessoas se inscrevem no serviço. No Brasil o uso do aplicativo começou a crescer rápido nos últimos 6 meses.
domingo, 8 de novembro de 2009
Conselho Rápido!!!!
Meus queridos ando muito ocupada ultimamente, mas prometo voltar a atualizar o blog aos poucos! Desculpe-me o abandono!!!
Hoje vou ser rápida!
Estava lendo uma revista esta semana enquanto fazia bicicleta na academia e o resultado de uma pesquisa me chamou a atenção, não podia deixar de publicar: Uma pesquisa conduzida por um professor emérito em psicologia da universidade da Califórnia, concluiu que as palavras representam 7% de uma mensagem cara a cara. Inflexões verbais representam 38% e expressão facial corresponde à 55%. (Só não foram considerados gestos italianos ou sinais de mão comuns no trânsito na hora do rush, circunstância em que palavras são desnecessárias).
Por isso mulheres um conselho breve: Sorrisão no rosto, decotão e se joga!
sábado, 7 de novembro de 2009
Why Asian Girls Like White Guys II
What could be worse than being an Asian woman in Asia and having to surrender your mystical Oriental hotness to Asian men? In no other race — white, black, Hispanic — are the women so much better-looking than the men.
Now you might say: What about Indian or Middle Eastern men? Aren’t they uglier than Asian men?
Possibly — but my point is that their women are incredibly ugly as well, so it’s a good match.
My wife’s cousin, also an Asian girl, agrees with my theory, but adds something I hadn’t thought of: Asian guys are boring, she says, because they’re all the same. They all have the same story, same parents, same college major (engineering or business), same, same, same . . .
ver comentarios, é legal! http://eppsnet.com/2007/01/why-asian-girls-like-white-guys-ii
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
"Ateus" têm mais chances em sites de namoro, diz pesquisa
Um dos maiores sites de relacionamento dos Estados Unidos, Ok-Cupid, analisou mais de 500 mil "primeiros contatos" entre seus usuários cadastrados e divulgou os resultados a fim de auxiliar as pessoas a serem bem sucedidas ao usarem os serviços da empresa. Entre os principais conselhos estão dicas como não falar sobre religião, evitar elogios físicos e, para os homens, ser modesto.
» Internet substitui intermediários ao amor no Japão
» Internet melhorou relacionamentos de 82% dos brasileiros
» Site mostra coleção de beijos e mensagens de amor
O estudo foi realizado por meio de um software que analisou como algumas palavras-chaves e frases afetaram as taxas de respostas dos "primeiros contatos" e quais tendências se mostravam estatisticamente significantes.
Cerca de 42% das messagens que incluíam a palavra "ateu" receberam respostas, atingindo uma marca 10 pontos percentuais superior à média de respostas de todo o site, segundo reportagem do jornal Telegraph.
Referências às palavras "cristão", "judeus" e "muçulmano" aumentaram muito pouco a taxa de respostas, enquanto a palavra "deus", usada em um primeiro contato, definitivamente desencoraja as pessoas a responderem, de acordo com o estudo.
A análise também sugere que os usuários devem evitar fazer elogios muito cedo. Palavras como "sexy" ou "bonita", por exemplo, derrubaram os índices de respostas. Enquanto expressões mais gerais, como "impressionante" ou "fascinante", aumentaram em quase 40% as respostas recebidas.
Homens que usam termos mais modestos, como "me desculpe", também têm mais chances para obterem respostas. Mas a mesma regra não funciona para as mulheres, segundo os dados da análise.
Os resultados foram publicados no blog do site, acessível no endereço blog.okcupid.com. O OkCupid ressalta que manteve o anonimato de todas as mensagens analisadas.
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
Quem trabalha na noite conta as investidas que funcionam
Nas festas, o bar e o balcão podem não ser a melhor alternativa, segundo Tito, do Laika Club, de Porto Alegre: "Na real na pista a coisa toda acontece mais fácil, porque tá todo mundo ali pelo jogo. Fora da pista a pinta tá cansada, conversando com algum amigo ou não ta afim de bombar, então acaba sendo uma abordagem mais difícil."

Nossos consultores também contaram que cantada pronta não funciona, por outro lado as investidas bem humoradas costumam pelo menos arrancar um sorriso, o que muitas vezes pode ser um começo... Mely Paredes, DJ de várias festas em Porto Alegre conta que seguido ouve comentários sobre suas roupas ao discotecar, que às vezes até funcionam.
Todos eles concordam que o staff do bar, incluindo os funcionários do bar e os DJs são bem visados, e às vezes até recebem mais propostas do que os frequentadores. O fato de eles estarem sempre na noite facilita que as pessoas os reconheçam. Sempre tem que peça para caprichar no drink e já dê uma piscadinha pro barman. Então se liga pra não cair nessa tática que já é bem manjada.
Quer saber mais?
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